Blog do Ivanovitch
   Todos os meus instintos

 

Todos os meus instintos

BH03101002000

PublicadoBH0210902014

 

Todos os meus instintos são mausnada pode

Saciar-me e satisfazer meus desejos sexuais

Morto nunca estará satisfeitocadáver não prexisa

Alimentar-se bemenriquecer-se e receber alimentos

Em grande quantidade para engordar-secevar-se

Olhem bem para mimpareço mais um porco

Que se cevouum homem muito gordocevado

Cuidado à base de planta gramíneacereala

Cevada e o alimento para animaise no lugar em

Que se cevam os bichoscom a ceva do cháo

Arbusto da família das teáceasa folha seca desse

Arbusto e a infusão da folha de vegetais e ervas

A reunião dançante social à tardinhaao

Dar um sumiço e fazer desaparecereliminar

E esconder em terreno planoa matar a fome

Com a carne da coxachã de gado abatido

Ao chacal famintomamífero carnívoro da família

Dos cânidasque atacam as chácarasas pequenas

Propriedades ruraiscom habitações e plantações

Próximas a uma didadecasa de campocujo

Chacareiroadministradortenta evitar a chacina

A matançao abater do gadoo chacinar e o

Partir em postaso matar em massa no pasto

E o perder grande parte da carnee não quero

Chatear os leitorescaso apareçamnão quero

Chocalhar e nem chacoalhar com chacota e zombaria

De chacrinhade vozeriodesordembagunçae

Chacotear na hora em que todo mundo quer

Dormir no chafarizna fonte em que há bicas

Para fornecimento de águade lágrimas

De vinho e ao revolver-me no lamaçale

Na imundícietornei-me mais imundo ao

Perverter-me e ao chafurdar-me cada vez

Maisa deixar a ferida abertaa cicatriz

Da desgraçaa chaga da chalaçado

Gracejo pesadoo chagar do desprezoo fazer

Da desconsideraçãoo criar do desdéma repulsa

Com nojo do que vem a provir de um chalé

De uma casa campestrede madeirade teto

Em forma piramidalem forma de chaleira

Panela própria para aquecer água e quem dera

Se a humanidade transformasse em adulador

Em bajulador e puxa-saco da naturezatodo

Aquele que passa por por protetor e que queira

Chaleirar é a floraadular a faunabajular o verde

Chalrar o vivoconversar à toa ao pé do ouvido

Emitir sons inarticulados igual criança palrar

Despreocupadamente chalrear com a gente

Num navio pequeno para cabotagem, num barco

De velas e remos e numa chalupa de namorados

Não deixar a chama apagar-se a kuz resultante

Da combustão de gases produzidos por matérias

Incendiadas labaredas ardor paixão fé fogueira

Distante das chamas eternas do inferno cheguei

Ao índice e ao resumo de metéria de jornal

Que quero ver publicado na primeira página

Com sinal gráfico num texto para chamar a

Atenção sobre nota sobre erro com verificação

De presença com ato de chamar alguém com

Chamalote tecido de lã de camelo de pelo

Geralmente com seda e cor sou uma das

Causas impossíveis uma das incongruências do destino

Um cruel da vida não sou espirituoso e nem

Chistoso não tenho chiste pilhéria e dito que cause atenção



Escrito por Ivanovitch Medina às 10h27
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   Perdi a estimulação

Perdi a estimulação; BH, 0120602001.

Perdi a estimulação e nada é capaz de 

Estimular meu coração discípulo de minha pupila

O que vejo era para ser o estimulante da minha vida

Ambulante o que sinto era para ser o que estimula incita

A paixão excitante imaginação e aquilo que era para ser o

Estímulo e na hora de incitar não chega a instigar

Na hora de excitar parece um ofender um ressentir

Perde o brio foge a dignidade e o que pode produzir

Uma libido orgânica acaba vira estio verão estiolamento

Da estação definhamento da primavera ao causar o

Estiolar do clima o debilitar do tempo bom cai o

Caule não ramificado tomba a estirpe e nem com

O espendiar o prazer é completo, dá espêndio não satisfaz

Financiar o gozo salário às pobres meretrizes estipular

Às nossas primeiras amantes professoras o que foi baseado

Na avaliação e na probabilidade da nossa primeira

Venérea começamos sem a estima sem 

Valor estimativo o cômputo da auto-avaliação e a 

Estimativa de ter consciência da própria dignidade

Prezar-se com o moral elevado; hoje não podemos

Mais aprender a ter amizade ou amor a alguém

Não sabemos avaliar e nem a dar apreço aos outros

É reaprendermos a estimar uns aos outros é

Necessária a avaliação positiva a afeição verdadeira a

Estimação por costume e hábito de característica

De uma época e não chegar a elevar tanto como

À maneira própria de um escritor e expressar será o

Pensamento e um estilete com que os antigos

Escreviam em tabuinhas com superfícies encradas

Serviam por estilo e desenhar a modificar com intenção

Decorativa estilizar o esboço a fazer do novo protótipo de

Ser humano na estilização da humanidade

Quem sabe usa i estilístico, aperfeiçoa a estilistica

No tratado sobre o estilo, quem sabe ser estilista, não

Deve fugir a ser uma pessoa que tem estilo próprio e

Que escreve com elegância; quem pode deve abusar

Do estilismo, do demasiado apuro na linguagem, e

Quando eu era menino, e não sabia de nada, e

Agia igual a um menino, que não sabia de nada,

Matava muito passarinho com estilingue, pegava

Uma forquilha de madeira ou metal, munida

De elástico, com que os meninos atiram pequenos

Projetis; esse é um estilhaço triste da minha

Vida, fragmento ruim de mim de quando matava

Inocentes passarinhos com alguns objetos; é um pedaço

Que tento esquecer e o lembrar, vem fazer-me em

Estilhaços ao despedaçar meu ser; a estilha de sonda

Cirúrgica, o punhal de lâmina fina cravado no olho,

Para estigmatizar, marcar com cicatriz, estigma de

Sinal infamante; a marca da maldição, quando

Esticar a canela, não quero ser pego de surpresa,

E distender a alma e estender o corpo numa boa;

Esticado e bem trajado e limpo de banho tomado, e

Estar bem vestido é importante; cadáver deselegante,

É estar na miséria, morrer na magreza, pesar

Menos do que pessoa magra; uma estica no caixão,

A estibordo do quatro alças, na direita do navio e quatro alças

Na proa e quatro alças na popa, e em toda dieção, pois,

Devido ao peso do caixão, que terá de ser carregado

A doze mãos; depois, no fundo da sepultura, se 

Não tiver dinheiro para a cremação, a decomposição

Em estibina, antimonita, ou qualquer outra mineração;

Se estiver a chover, é para estar, é para cessar de 

Chover, serenar o tempo, enterro enfeia a chuva;

Estraga como a estiagem, a falta de chuva e o 

Tempo seco após chuva de temporada; para assim

Ascultar o coração de querubins, o estetoscópio,

O aparelho, a ciência que trata do belo na natureza

E na arte, visõ de esteta, que tem da arte uma 

Concepção elevada e o sentimento da estesia; a 

Cultura não pode agonizar, a arte não pode ter estertores,

A poesia jamais estertorar, como a respiração rouca

E entrecortada dos moribundos; o poema jamais

Pode ter um estertor, o poeta sim, pode esterroar;

Desfazer os torrões sanguíneos, lavar o esterroador

Com sangue puro; o instrumento agrícola para

Sangrar a terra, é o ruído do sangue a jorrar da

Ferida esterroada; o mundo não é um lugar imundo,

O planeta onde se junta esterco, a humanidade

Uma esterqueira; o ar não pode ser esternutatório e

Nem o que provoca espirros com a poluição;, a atmosfera

Não pode causar esternutação, espirro esterno no

Osso dianteiro do peito que articula com as costelas;

Chiado esternal, não vale um esterlino, uma libra esterlina

Da moeda inglesa; não paga o eliminar dos germes

Do instrumento médico, não paga para tornar-se inútil,

Olhar estéril no espelho, a esperar a esterilizar o olhar vazio.

 

 



Escrito por Ivanovitch Medina às 10h27
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   Para que tantas letras?

Para que tantas letras?

BH, 01º01102000;

Publicado: BH, 0210902014.

 

Para que tantas letras? para que tantas palavras?

Tantas frases? se vivessemos duas vezes mais, do

Que o homem que mais anos viveu na história,

Nunca as usaríamos todas; para que tantas

Fórmulas? para que tantas teses? tantas teorias, tantas leis,

Sistemas e equações, se em toda a nossa

Vida nunca saberíamos como usá-las? para

Que tantas coisas, meu Deus, como se não nos

Bastássemos a água, o ar, a terra, o fogo, pois,

Se vivêssemos dez vezes mais não aprenderíamos

A encher nossas vidas vazias e inúteis e frágeis?

Muita gente pensa que sabe tudo, que resolve

Tudo, que pergunta tudo e que tem respostas

E soluções para todos os problemas e que

Independente de tudo que acontece no

Planeta, é feliz e nem quer se importar

Com os semelhantes que à maioria das veze,

Não tem a mesma sorte, o mesmo destino, a

Mesma ideia, o mesmo ideal; para que

Tantas enciclopédias, tantos livros, bibliotecas e

Complexos de informática, pois se não aprendemos

A usar tudo isso? a viver, a amar, a encontrar

A paz? de nada nos valerá, de nada nos

Fará crescer e evoluir, para que tantas ambições?

Para que tanto esgoísmo? para que tanto orgulho?

Se não sabemos ceder, não sabemos abrir as mãos,

Não sabemos nunca criar; somos mudos, sabemos

Falar, somos cegos, não sabemos ver, enxergar?

Não temos comportamento, moral, ética, razão;

Não temos nada, por mais cifras que possamos ter

Em nossas contas correntes, mais vale uma inspiração,

Do que cem séculos de ilusão; mais vale um

Lapso de razão, do que mil anos de contradição,

Mais vale um momento de inteligência, do que

Uma eternidade de escuridão; para que

Tantas estrelas no céu, se nunca seremos

Uma constelação? para que o sol, se não

Merecemos nehum raio de luz? para que

A lua, se não temos paixão, se não mais

Sabemos namorar? para que o firmamento,

Se não temos mais fé? para que a verdade,

Se só nos interessamos pela mentira? pela

Falsidade? para que a liberdade, se

Fazemos questão de vivermos presos aos

Dogmas do passado? aos tabus e complexos?

Para que a liberdade, se fazemos questão

De nos acorrentar, de nos prender cada vez

Mais aos bens materiais? à vida física, opaca?

Para que tanto para que, se nunca, nós

Teremos as respostas e os porquês? não venceremos

A nossa vil ignorância, não venceremos o

Nosso medo, não encontraremos a realidade;

A covardia da nossa vaidade, nos

Tolhemos por nos preocupar com o pensamento

Alheio e não colocamos em prática, em evidência

O nosso próprio pensamento: só as mágoas, os

Rancores, as dores, as vinganças, as invejas,

Os únicos maus instintos; as negatividades, o nosso

Lado escuro, cuja luz nunca fez questão

De nos habitar, para nos diferenciar dos outros.

 

demais.  



Escrito por Ivanovitch Medina às 10h22
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   É estelionato; BH, 0140602001.

Publicado: BH, 040902014.

É estelionato, uníssono, crime qualificado e que 

Consiste em obter para si, ou para outrem, vantagem

Patrimonial ilícita, em prejuízo alheio, a induzir ou

Manter alguém em erro, meliante artifício e ardil,

O direito é o som que tem sempre a mesma altura;

Outro diz que daquilo, da justiça, seja no mesmo tom,

Resultado de conjunto de sons que têm a mesma freaquência

Ao mesmo tempo, soberana na condenação do 

Neoestelionatário do neoliberalismo, é visceral, do ardor

Pertencente as vísceras; dos desejos a provir dos intestinos,

Do ânimo profundo de prevalecer a razão da verdade,

A virtude estelar, com liberdade de constelação de estrelas;

Marco fraonteiriço de pedra, de pequena coluna sem base e

Nem capitel, mas ali, estela, a pedra vertical e monolítica,

Com inscrições ou esculturas, em geral de caráter funerário

Ou sacro; esteiro da esperança, braço estreito de

Rio ou mar, que entra pela terra, sem a maltratar;

Ao nevegar por algum rumo, cobrir com esteira o

Quintal, esteirar ao seguir os passos e o exempo;

Não, abro mão da minha cidadania que não exerço, não,

Abro mão da minha soberania, não é respeitada,

Nem nunca foi; não tenho rumo para adquirir o

Caminho, como a denominação da pkataforma

Rolante para movimentação de carga ou de série de

Sapatos articulados e móveis sobre os quais se

Movimentam tratores e tanques de guerra;

Eu não, não tenho esperança de ter auxílio para

Fundamento, amparo para preencher de esteio o ser

E não a peça de madeira, metal ou pedra para escorar;

Minha sombra é de pedra sabão, uma imagem variada e

Compacta do talco, uma personagem de esteatita; vale a

Pena ser um George Bush? ter o cargo mais poderoso do

Mundo? aparentar ser uma substância sólida, resultante do

Desdobramento de certas gorduras animais empregadas na

Fabricação de velas, como a esteorina, que pelo menos gera

Luz, tem o valor esteárico; ou ser execrado no mundo todo,

Por onde passa e só não é linchado, devido ao forte esquema

De segurança? criado para estear o rasto de Bush; suster com

Esteio seus passos trôpegos, proteger sua frágil figura, basear

Sua falsa importância; hoje, no mundo, só Fidel Castro, da

Pequena Cuba, é o único que o encara de homem para homem, o

Restante, com poucas exeções: a maioria se serve da própria

Bunda para capacho do dito vil presidente dos USA; esse, com

Designação de indivíduo ou de objeto próximo à pessoa que fala,

Sou eu; estou a Leste com o sol, junto do levante, na nascente do

Dia, ao lado do horizonte onde nasce o sol, ao este do universo

Estável, do mundo que adquiriu estabilidade; do planeta duradouro,

fixo no espaço, firme na órbita com estatuto, com tudo, lei orgânica

Ou como regulemanto de um Estado, duma associação desconhecida;

Ou quem sabe conhecida? conhecemos todo o estaturário? estudamos

Todos os estatutos? todas as respostas já foram respondidas?

Adqurimos estatura? ou continuamos do tamanho dos seres animados,

Em posição vertical e em especial da altura duma pessoa? quela é o

Nosso tamanho real? é necessário estatuir? determinar como preceito?

É necessário estabelecer esta estatueta? esta pequena estátua? feita

Pela ciência estatutária? arte de fazer esculturas, feitas pelo artista

Estatutário, o que faz estátuas de modelos vivos; escultor de obra

Esculpida em metal ou gesso, a representar pessoa, animal ou divindade/

Total tabela periódica imóvel a encampar os átomos, a assumir a iniciativa

De implantar e desenvolver projetos e assumir as atividades econômicas

E sociais da nação em escala crescente, de estatização, do ato de estatizar

Para não entregar, esta é a estatística, que tem por objetivo a observação

E a captação, a classificação formal e a análise das ocorrências coletivas 

Ou de Massa, bem como a indução das leis.

 

Yasser Arafat;

BH, 0270702000;

Publicado: BH, 040902014.

 

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Preciso parar de me transtornar;

BH, 0270702000;

Publicado: BH, 040902014.

 

Preciso parar de me transtornar, de corromper as pessoas,

Contrariar as regras, para me dobrar aos bons princípios;

Sou avessado à sociedade, feito hostil a tudo que a 

Compõe e quero me averter, quero me desviar deste 

Meu curso, para não ser mais averso da verdade,

Não ficar mais adverso da realidade, parar com

Toda contrariedade que me deprime, todo avernamento

Que me deixa avernoso, em estado averno, num

Verdadeiro inferno e longe do azul celestial;

Não sei o que acontece comigo, é só uma ira avernal,

Um ódio infernal, que me afasta de todas as pessoas;

Aianda bem que não sou vidento, não sou de avergoar

Ninguém, e não ponho em prática e nem vou às

Vias de fato, não faço vergões com látego e nem

Com açoites, não sou de espancar e nem de maltratar;

Só preciso me vergar mais, avergar às tendências, às

Necessidades e não avergalhar ao justo, não bater com

Vergalho no puro; averdugar com o purificado, ser flexível com

O aventurismo e que tem tendência para tomar decisões

Irrefletidas, têm tendências à visão, a ver fantasmas em

Plena luz do dia e teme o avejão do homem agigantado,

De semblante feio e é por isso que o avel, do latim "abilis",

É designativo de atributo da qualidade que devemos ter;

Ocorre em nossos adjetivos derivados dos nossos verbos

Da primeira conjugação: o homem deve ser amável, o bem

Deve ser durável, o equilíbrio deve ser estável, excepcionalmente,

Pode incorporar-se ao nosso substantivo; a vida merece o

Amoarável do amor, com conforto ao miserável, com apoio

Ao mísero, e avençar no futuro, e fazer avença no porvir,

Um ajuste de contas, amigável, um avir-se com todos para

Combinar um caminho melhor, conciliar os irmãos em

Guerram harmonizar os espíritos conturbados; entender-se

Para aprender e ensinar a viver, a acomo dar-se com o

Vizinho, a haver-se sem a ignorância, conjugar-se o verbo irregular,

Quanto mais o vir da humanidade à razão, para ajeitar-se

Na noção e no tino, a familiarizar-se em irmandade;

Obrigar-se só em amar, em viver em paz, em fazer o

Bem e toda pessoa ser uma avençal; e toda alma ser avençada,

Sem o avantesma do passado e só se sentir como uma

Ave do paraíso, pássaro conirrostro da Noca Guiné, notável

Pela bela plumagem; e pedir a avatar vida longa, que é

O nome dado na Índia às encarnações de um Deus,

Sobretudo às de Vixnu; e que toda transformação de

Evolução seja bem-vinda, e que toda metamorfose,

Para melhorar seja feita de acordo com a vontade dele;  

Não quero viver tal um avascular, que não tem vasos, nem

Veias, nem filamentos; não quero viver tal o avari, o pequeno

Peixe da família dos Caracilídeos e o avaremotemo, a 

Árvore da família das leguminosas, divisão Papilionáceos;

E dia em que ficar avelanado, bonito, da cor da avela,

Construir a minha casa num avelanal; num lugar onde crescem

Avelãs e ter a participação num avaleiral, ou num avelal, e

Avelar uma avelanzeira; tenhas certeza que deisxarei de ser este

Avelhacado, a perder este ar de algo velhaco e até o espírito

Avelhentador que me acompanha, rejuvenescer; não quero me

Trocar por avelórios, por contas de vidro e miçangas, não quero

Valer ninharias, como a inocência e a ingenuidade dos nossos

Índios para com os nossos colonizadores; quero vender caro o

Meu patrimônio, nada de velóiros e vidrilhos, nada de moedas

Podres, papéis fracos e desvalorizados; quero valer tanto ou

Mais que a aveloz, a planta da família das Eufobiáceasm tocar a

Minha avena, minha flauta pastoril; comer a minha aveia e dar

Graças a Deus; e aproveitar a avanaína e o glute e ter a duração

Da aventurina, variedade de quartzo, com inclusões de mica,

Hematita ou outros minerais que lhe emprestam numerosos

Pontos brilhantes, mesclados com limalhas de cobre. 

 

Esterilizador mental;

BH, 0120140602001;

Publicado: BH, 090802014.

 

Esterilizador mental, que esteriliza a mente, 

Um aparelho para esterilizar o cérebro, com uma esterilização

Geral da memória e da lembrança e da recordação e do pensamento;

Um poeta não pode ter uma esterilidade e nem ser um ser estéril,

Viver na infecundidade, como o que não produz, 

Como um ser infecundo, que não cria nem por esteriotipia;

A reprodução de composição tipográfica numa

Lâmina ou chapa metálica; a poesia não é

Assim, o poema não é um esteriotipar, um preparar

Matrizes para impressão, um imprimir por esteriotipia e 

Tornar fixo ou inalterável, como a estereografia,

A arte de representar os sólidos num planio; o soneto estereofônico

É o bater do coração acústico e não a estereofonia

E aparelhos de gravação e de transmissão dos sons;

Por esse processo a denominação num disco ou fitas

Magnéticas, nas quais os graves e os agudos são 

Gravados em sulcos ou faixas distintas; é a 

Transmissão dos sons assim gravados, os quais

São encaminhados pelo circuito para os

Alto-falantes distintos; e é o estere, medida de

Volume para lenha equivalente a um metro

Cúbico, e chapa na qual estão gravados clichês ou

Textos para impressão tipográfica; o restante é o

Estercorário, que cresce e vive no esterco, no

Excremento animal; no estrume da sujidade, coisa

Vil que não serve para adubar a terra, estercar

Para deitar a semente; estercada para a boa colheita,

Meu coração é maior do que a estepe e vastas planícies

Da Rússia; meu grito é estentóreo, de gigante

Que tem voz forte, de brado estentórico, de uivo  estentor,

De sonho de estenótipo, máquina de estenotipar, de

Estenografar com o auxílio da estenotipia; da estenografia

Mecânica, e todos os canais orifícios do corpo, e

Inclusive os do cérebro, estãc em estenose,

No estreitamento total, a impedir o estenógrafo, o

Versado taquígrafo, de compor no processo de

Escrver por abreviaturas, com rapidez de

Taquigrafia, de taquigrafar estereograficamente,

Mais do que aquele que sabe a prática, a datilografia

De esterodatilógrafo, mesmo com ensino e conhecimento

Do conjunto da estenodatilografia; e basta de coisa tão

Desairosa, de mau exemplo e estenderete, porque nós,

Escrevemos coisas sem fundamentos, e até quando

Perpetuaremos nesta esperança de sermos lidos por

Pessoas que leem coisas vazias, opacas, que nada dizem

E deixam de mensagem; quem poderá dar auxílio,

A escrito memorial, a algo de que não pode haver

Ou não há memória; é pior do que não há lembrança

Por causa da sua antiguidade, e pedir esmola,

Estender a mão, e não oferecê-la para um cumprimento

E sim para agredir, os mesurados não são assim,

São sãos e comedidos, medidos nas ações e predentes

Nos atos; discretos e reverenciados, cumprimentados

Emtoda parte, para que revestir o rosto? cobrir

A cara? é discorrer amplamente a respeito de um assunto

E não passar de um ignorante grosseiro, afogado na

Ignorância da grasseira? representar o próprio

Paradoxo da vida, ter em si o conceito do que

É ou que parece contrário ao comum; razão

De contra-senso, virtude do absurdo do abcego

E do abmudo; fala de disparate diante dos

Fracos e dos covardes e dos medrosos, contradição

No pensamento e pelo menos na aparência ; um sopro,

E vai deitar-se, cair-se de fodo comprimento, ocupar

Certa extensão, como um defunto que olha o alastrar-se

Dos vermes pelas próprias carnes; pensa ao estirar-se, quero

Alongar-me para ver-me verme, e o osso é para

Expor ao ar livre, ao sol para que seque a medula; e na

Persuasão, tornar-se mais amplo e mais demorado

E persuadir-se, lançar por terra, ou seja, o de

Levar a crer ou a aceitar o destino; derrubar antes

De convencer , esticar um fio ou corda entre dois

Pontos; aconselhar o homem em si no meio fora

Dele, o abismo, dentro dele  prorrogar um prazo

Decidir estirar e alongar o que estava dobrado

Encolhido de ser e de espírito embolado; determinar

O lugar onde se estende o corpo, indução de estendedouro

Exibição da convicção, larga exposição de assuntos vagos,

Estendal vão; picardia de estêncil, de papel de patife

Para finado no que o vigarista se grava com estilete

Ou se datilografa de pirraça, desfeita sem fita; a obter-se

A matriz usada nos mimeógrafos da desconsideração

No uníssono grito visceral uivo, a fome causa temor e tumor.



Escrito por Ivanovitch Medina às 18h22
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   Pobre ignorante; BH, 0190402001.

Pobre ignorante desalumiado,

Ente sem luz, onde irá matar a sede

Do teu sangue? onde irá abrandar a tua

Ira? e acalmar o ódio do teu ser;

Não soubeste desalterar e só repelir, expulsar

De ti a razão; e abandonar o posto da virtude,

E obrigar a sair do lugar ocupado a ética,

Que queres mais? fazer sair do alojamento

O pensamento? ou desalojar a imaginação?

Despir tudo do lugar que foi tirado a 

Inspiração? e o espírito desalojado e 

Que só mostra os maus sentimentos?

Desnaturado e sem fé, perverso e sem 

Paixão, celerado e sem emoção; bestial

Desumano, besta cruel, anjo desalmado,

Para que tirar os alinhavos das mentes?

Para desalinhavar da memória as boas

Lembranças; desordenar os princípios,

Desarranjar as leis e as ordens; afastar

Do alinhamento o caminho, desviar o

Rumo da estrada; desalinhar o terno

De linho da alma, despejar a tua

Carga e não aliviar a consciência;

O bem irá desalijar a dor do teu peito,

Basta de desperdiçar o tempo e estragar

A era, a época e os anais; basta, chega,

Tu não vais mais desnortear os humanos;

Desalhar os lares e as moradas, alienar

As almas como se fossem bens; alhear o alheio,

Desalhear o que foi feito semelhança de Deus;

Aproveita o sol, venha libertar-te, a luz

Fere teus olhos? fende a tua visão, a claridade?

Venha soltar as algemas das tuas garras

Sórdidas, imundas, mórbidas; e desalgemar os

Teus instintos funestos, despejar teus desejos

Fúnebres nos fossos; e desaforjar a algibeira

Das moedas traiçoeiras; e livrar os alforjes

Do dinheiro vil, o esmorecimento matou-te,

O desânimo levou-te a vida; o desalento

Não te salvará e tudo que procura é

Sugar o pescoço decapitado. 

 

Leio, escrevo, falo;

BH, 0150402001;

Publicado: BH, 0300802014.

 

Leio, escrevo, falo, escuto, mas, não 

Consigo superar o desentendimento, que

Impera dentro de mim; ando, sou livre,

Rio, viajo, como, bebo e não venço o tal

Desconserto que escondo no íntimo;

Quanto mais tento acertar, mais vejo o

Desacerto apertar-me o pescoço; sinto o

Desconjuntar engasgado na goela, o

Intestino desarranjar-se à toa e o organismo

Desconsertar-se e ruir igual a um esqueleto,

Desconjuntado de um corpo desarranjado;

De um espírito desconsertado e preciso

Acostumar-me e desacatar a alma;

Preciso afastar o que quer ofender-me e

Esconjurar-me; e tudo age para desconjurar

O simulacro que me forma; e só sabem fazer

imitação e reprodução imperfeita, falsa

Aparência e fingimento; e tirar-me fora

Das juntas ao deslocar-me das articulações e olhar

Enquanto me vejam desfazer-me em espectro

De luz; e tudo por causa da ingratidão e da

Ignorância que mantenho a morar no cérebro;

Por falta de conhecimento da mente e de

Desconhecer da memória; faço tudo que 

Manda o figurino, só não consigo, desde menino,

Afastar o desconhecimento, que apaga o

Meu tino, que torna-me pessoa sem credenciais,

Estranha e ignorada; de aspecto icognito e 

Que não é conhecido; desconhecido até 

Por si próprio; e não é de estranhar, não 

É de ignorar, é para não conhecer mesmo o

Bom fluído do trânsito; livrou de congestão

E descongestionar as entrnhas, com medicamento

Descongestionante, que descongestiona os ossos,

Os nervos, a medula, os líquidos e liquefazer

O que estava congelado; derrete o iceberg e

Descongelar as geleiras seculares do ser; ai,

Por minha fé, acabar do desânimo e pôr-me

De pé; chega da falta de conforto, basta de

Desconsolo, pois o desconforto limita e o

Ilimitado é o que é o desproporcionado; o que

Não é conforme com nada e é desconforme com

Tudo e não conhece o impossível e nem a dor.

 

Sinto pena do soberbo;

BH, 0140402001;

Publicado: BH, 01º0902014.

 

Sinto pena do soberbo e apiado-me

Do altivo, e, ao que liga pouca importância

Ao amor e à paz, esse então, não é nem capaz

De anagariar caridade de mim; o desdenhoso,

Em que tem e há desdém em tudo, só espero

O dia em que o ver menoscabar,motejar

Diante do carrasco e desprezar com altivez, o

Que apertará o gatilho; nessa hora passará,

Não irá mostrar afetação e nem desdenhar;

Será o fim do desprezo com orgulho, quererá até

Reabilitar-se, porém, o gatilho já foi apertado;

E a bala já saiu pelo cano, em direção ao 

Seu coração, desde já, não há como a evitar,

A começar daí, é só cair; a partir desse

Momento será o fim do movimento,

Doravante é expulso da natureza; nesse 

Instante, param os elementos e inicia-se o 

Descurar; o não amar, o real desprezar, o total

Abandonar, o iniciar-se o não tratar, e chora 

O último choro como se fosse desculpável; e 

Fala como se osse alguém que pode ser até

Descupado; e mostra intenção de ser perdoável,

E aí vai pretextar a Deus, a pensar que Deus vai

Perdoar; e justificar e escusar as ações dele, e

Pensa que Deus é de destruir e atenuar a culpa

De quem nunca soube desculpar alguém

E implora desculpa; e mostra ausência de

Culpa e pede perdão, fala em escusa e em

Pretexto e em vida sempre agiu com descuido;

A frisar o esquecimento, a apelar à inadvertência,

A espalhar a negligência, com falta de cuidado

E de atenção e de descuido, ao pensar que,

Com o seu coração, nada podeá acontecer;

E veja, aí veio o gatuno que age a aproveitar

De distração da vítima e zás; delapidou o peito

Do incauto, surrupiou a alma do descuidado,

Era um descuidista, que não vive a relaxar-se,

Não anda para desprevenir-se; fica só a distrair,

Como a não fazer caro e pega o que só sabe se 

Descuidar, a retratar sem cuidado e leva para 

O buraco negro; a boca de forno, a chaminé de

Fumaça: adeus desleixado, adeus precipitado,

Que tinha o ar tranquilo e o espírito cruzado;

E agora para descruzar-se, para separar-se dos

Fantasmas do limbo, lá não há como descriminar;

Não dá para viver com descrição e ser descritivo,

Lá serás difícil absolver-se de qualquer crime;

Inocentar nem pensar, representação ou pintura,

De alguma coisa? não, fala ou escrita, não, traçar

Plano de fuga: nem se expor e contar minuciosamente

E narrar a vida sem emoção.

 

Afasta-te;

BH, 0140402001;

Publicado: BH, 01º0902014.

 

Afasta-te, estou a desfazer-me, a 

Livrar-me dos meus líquidos, pelos

Poros e pelos olhos; a dissolver-me ao andar

E trabalhar ligeiro pelo meu fim; veja,

Estou a desimpedir meu corpo, a livrar do 

Embaraço da vida o meu ser, ao desembaraçar-me

Em benefício da morte; e expedito no 

Movimento, ágil nos elementos, desimpedido

Na natureza, como o que não tem embaraços,

Posso morrer desembaraçado, virar um cartucho,

Que vieram tirar a bala; virar uma arma

De fogo que vieram tirar o cartucho, uma

Embalagem sem nada dentro; um cadáver que

Serviu para desembalar o caixão; afasta-te,

Vou descoser-me, desmanchar a bainha

Da minha costura; desembainhar-me para não

Mais ser desprimoroso; não mais serei

Chamado de desairoso e ninguém vai mais  

Dizer que não sou elegante, pois, geralmente,

Defunto não é deselegante; todo defunto

Que conheci, foi encomendado e despachado,

Bem vestido e arrumado; e é esta a minha 

Intenção, meu desígnio é este, é a concupiscência

Do meu coração; no fim do apetite carnal, do 

Do abrir mão da cobiça, da aspíração à inspiração

E imaginação que nunca povoaram-me; é o 

Bastar do ato de desejar o que é digno, é 

A morte do desejo; do bom destino desejável,

Do ter gosto de um empenho, o eterno cobiçar,

Querer e apetecer sem pensar; escravo da 

Vontade do mal educar, do etragar

Da educação, a vergonha do deseducar;

O descrédito pela mácula, pelo efeito de 

Desdourar e pelo desenvolvimento do desdouro;

Que expõe o desdobrar das trevas, o desdobre da

Escuridão, a penumbra desdobrável e que

Não será o envidar de todos os esforços da

Luz, que irá fracionar ou dividi-los, como

Se fossem em turnos, e nem irá abrir ou

Estender, como algo que estava dobrado, e

Agora que negar; desmentir as sombra,

Contradizer o escuro, dedizer a infelicidade;

Esconder da desgraça, a falta da dita, a

Desdita causada pela ida da luz; e a alma

Desgraçada, e a pessoa infeliz, o ser desditoso.

Não mudará se não aceitar o raio de sol,

Se não abrir a janela, escancarar a

Porta e destelhar a casa sem receio.

 

Busco desoprimir;

BH, 0190402001;

Publicado: BH, 020902014.

 

Busco desoprimir as emoções que querem estrangular-me,

Busco aliviar os sofrimentos,

Soltar os pensamentos

E desligar do ajoujo,

Igual aos animais;

Busco desurnir-me da vida material

E desajoujar os sentimentos que querem ferir-me,

Matar e ocultar tudo que parte de mim;

Tornam-me inconveniente,

Dizem que não é assimr;

Tornam-me indecoroso,

Falam que é ruim,

De teor desairoso,

E que só causam-me o desdoroso;

Vexame nas esquinas,

Falta de decoro nos bares;

Inconveniência nas ruas

E que sigo sempre vazio de elegância

E de distinção;

E realmentetento afastar o

Desaire, tento viver longe do que quer

Tirar o merecimento do que sai de mim;

Que posso fazer para não desairar? não

Gritar enraivecido como o falcão privado

De carne? e querem amansar-me ao privar-me

De mim; não deixarei que venham

Desairar-me em hipótese alguma;

Não sou uma doença nos cascos dos

Cavalos, não sofro de desainadura;

Um ser agastar-se com outro é fácil,

Um ente contender, rixar é mais fácil

Ainda; uma pessoa desaguirar com

Outra é rápido: o difícil é amar,

É despejar-se em elogios; vazar-se

Para encher um semelhante, descarregar-se,

Lançar-se e entrar em alguém,

Igual a água de um rio no mar,

Num lago ou no leito de outro rio;

Podes enxurgar as tuas lágrimas, não

Chorarei mais por mim; podes esgotar

A água do teu corpo, não irei desaguar

Em texto algum; um dia irão talvez

Dissociar-me, alguém quererá, imagino,

Desafrontar-me e vingar as injustiças

Que sofro; e a emendar o agravo do

Juiz inferior, ao dar provimento com

Satisfação ao reparar a ofensa e o insulto.

 

A descontinuidade;

BH, 0140402001;

Publicado: BH, 020902014.

 

A descontinuidade é a do desgostoso,

Do triste e o insatisfeito, do descontente e que

Nunca poderá estar contente com nada;

Eu, por exemplo, só sei cescontentar-me e

Contrariar-me e demonstro o meu enorme 

Descontentamento em tudo que faço; e 

É grande a falta de contentamento e parece

Eterno o desagrado; não hácomo resgatar

O leite já derramado, depois de se abater

O valor nominal, ninguém paga o mesmo

Preço; e se quero pagar ou receber um 

Título de crédito antes do vencimento

Mediante ou não desconto, só com trato

De sangue e não entra o descontar da nossa 

Desconsolação, não entra o desconsolo; é

Só o desanimar, nascems assim, o que é

Que haveremos de fazer? só entristecer cada 

Vez mais; afligir e desconsolar a esperar

A morte, que não aflige, não entristece,

Não desgosta e nem desconsola; a morte

Não pode ser coisa de tristeza, pelo menos

Para quem morre; a morte deve servir

Pelo menos como prêmio de consolação, a 

Vida é só para desacreditar; a vida é 

Só para tratar sem respeito ou consideração,

A vida é só para não considerar, não 

Examinar convenientemente e desconsiderar

Qualquer ação; apesar de toda desconsideração,

De todo desrespeito e falta de consideração e 

De respeito, tenho um alento: quando

Morrer, as pedras chorarão por mim; as árvores

E as matas, os matos ruins, os céus e as nuvens

Também chorarão por mim; e o sol, a lua e as

Estrelas, os caminhos e as estradas, asparedes,

Os muros e as sacadas; as ervas e as reslvas dos

Jardins também chorarão por mim; e os 

Espermatozoides expelidos nas zonas de 

Prostituição, nas sarjetas das prostitutas

E dos prostíbulos, pagas com dinheiro sujo e

Os cadáveres, a carne já podre e os vermes

E toda abundância de animais saem ossos e

Sem sangue, que se agita por entre membros

Tumefactos, chorarão por mim; os mundos, os

Planetas, os universos, as almas, os espíritos,

Neste meu alento, é que todos chorarão por

Mim, o tudo e o nada, chorarão por mim. 

 

O progresso;

BH, 0190402001;

Publicado: BH, 020902014.

 

O progresso vive em falta 

De ajustamento com o meio ambiente

E é caro o preço que se tem a pagar

Em nome da evolução e do futuro;

A industrialização acelera o desajustar,

A globalizaçãoaumenta o desordenar e 

A transformar com o neoliberalismo,

Sua importação predatória e a

Ciranda financeira que vem romper

O entrosamento, o entendimento com

O ambiente a gerar poluição; e desastre

Ecológico, crimes contra a natureza,

Se a nação não desalbardar , não 

Tirar a albarda e desaleitar, desmamar

Os grupos estrangeiros que só pensam 

Em fatiar o país; só pensam em desalentar

Através do lucro fácil e rápido, o nosso

Destino será outro bem diferente;

Será o alento perdido, o ânimo sumido,

O esmrecer do amanhecer à noite; e o 

Desanimar ao vermos nosso desajustamento,

Vermos nosso homem desajustado, igual

Indivíduo que não está  e não

Se sente ajustado à sociedade,

Ao ciclo vicioso da burguesia,

Ao desajuizar da elite, da classe

Política que teimam em entontecer ,

Acabar com o juízo do povo, com

Ações de lama e podridões, com

Comportamentos que levam o homem

Honesto, racional, a desajuizar da noite

Para o dia; a estorvar a razão e a 

Passar a não acreditar em nda,

Devido o âmbito de desfavorecer o povo,

Do congresso não ajudar a nação

E fazer questão de ocultar as falcatruas,

Encobrir as maracutaias e corrupções;

A impedir a apuração, a investigação,

Instalação de CPIs, isto é que é desajudar e

E enfraquecer a demoiracia.

 

ultar ir 



Escrito por Ivanovitch Medina às 18h23
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   Não posso criar; BH, 0130402001.

Não posso criar,

Tenho um cérebro deserto,

Um espírito desabitado,

Um ser solitário,

Um crânio abandonado,

Fossilizado;

Uma região árida,

De onde o líquido da vida desertou,

Tal um soldado do serviço militar,

Que a trânsfuga de desertor o levou à clandestinidade;

E desesperado agora quer criar algo

E ainda não sabe que já perdeu a esperança;

E que foi arrebatado pela morte

E enraivecido e furioso,

Em estado desesperador,

Como o que faz deseseperar até as pedras;

E que não permite esperança,

Só desesperança,

Só cada vez mais desespero,

Que não faz perder 

E sim causar furor e raiva;

E irritar e afligir vivamente os olhos

E é tal o enraivecer,

Que o desfaçado,

Que o descarado imprudente se inibe

E o atrevido não se atreve,

A espalhar o furor desértico,

A aumentar o terreno que ao não ser perfeito,

Não é parecido com este pelo aspecto geral;

O choro que fez despovoar,

Tornar ermo por desertar,

Por abandonar pelo olhar,

Desistir e fugir sem ver e enxergar;

Podem excluir-me da herança,

E da sucessão;

E podem privar-me de bens,

De dons concedidos aos outros;

Podem deserdar-me,

Chamem-me deserdado,

Privado e não dotado,

Não posso criar;

E não faço deserção revolucionária,

Não faço mudança de partido;

E cairei por desequilíbrio,

Por falta de equilíbrio não crio;

E mesmo quando estou com cheiro

De quatro dias de morto de Lázaro

E a morte veio desequilibrar-me num cadáver,

Deixar-me desequilibrado sem sepultura,

Mas com a pedra do sepúlcro por cima;

Imponderado mental e descomedido,

Sem graça e insípido,

Desenxavido e desenxabido

E sem desenvolvimento,

Não crio uma saída;

Não crio um crescimento gradual,

Através de sucessivas mudanças;

E sonho que abraço cada ato

E cada efeito de desenvolver-me;

Sonho que caminho para o adiantado criar,

Oara o crescido criar,

E ser tudo que revela inteligência;

Ser aumentado saber

E desenvolvido conhecer;

E instruir-me e exercitar-me,

Em todas as operações implícitas em um cálculo;

E choro ao perder o canhamento e a timidez,

Ao expor um tema extensamente e com minúcia;

E crio mais ao crescer,

Ao fazer-me progredir,

Ao projetar-me e ao produzir,

Abandono o antigo destino,

Não posso criar.

 

Espero poder escrever;

BH, 0130402001;

Publicado: BH, 0260802014.

 

Espero poder escrever alguma coisa bonita,

Com lindas letras,

Com belas palavras,

E não é para mim,

E sim para ti;

E não é para agrado meu,

E sim paa agradar-te;

E não faça desfeita,

Não venhas com ofensa

E com desconsideração;

E aceita como se fosse uma boa iguaria,

Feita de ótimo bacalhau desfiado,

Grão de bico e cebola;

Espero poder ter um bom desfecho,

Um remate de alto nível;

Conclusão de obra-prima,

Epílogo de obra de arte

E desenlace de romance de final feliz;

E que não venha romper nosso elo,

E nem venha desencadear uma série de fatores contrários,

E que tragam dissabores a nós;

Espero aremessar as letras,

Disparar e não machucar,

E nem matar,

Igual a uam arma de fogo;

Quero só descarregar a tensão

E desfechar sem ilusão,

Mentira e irrealidade,

Uma obra que nunca venha destroçar-se;

Gastar-se com o tempo,

dissipar-se no vento,

Ou derreter-se como se fosse gelo de neve;

E dissolver-se no ar,

Igual os gases e a fumaça e o fumo;

E o desmancar do que faz mudar a forma

E o estado de um corpo sólido de matéria,

Que com o desfazer-se dos elementos,

O perder-se dos movimentos,

Nada diz aos ouvidos atentos;

Creia que se for para desfavorecer-te,

Já teria matado-me,

Não vivo para não favorecer;

E para ser tão desfavorável,

Prefiro morrer;

Não vivo para só contrariar,

Só ser prejudicial e contrário;

A causar desfalque na linha

Ou a desfalcar o meio de campo,

Com diferença para menos na defesa;

E com diminuição no ataque,

Com redução de gols,

Ao ficar desfalecido o goleiro;

Ou desmaiado de emoção,

Amortecido e abatido,

Como o que perdeu a fé e a paixão

E as forças no esmorecer demais;

É decair a ponto de perder o brilho,

É desmaiar sem razão e desamparar

O pensamento do espírito;

É desfalecer a alma,

Explorar e não encontrar o sonho;

roubar a joia e não trazer a coroa,

tirar a parte de uma quantia,

E reduzir-se de tamanho,

E diminuir-se na grandeza,

Com um o que se há de fazer.

 

Vi marchar em filas;

BH, 0120402001;

Publicado: BH, 0260802014.

 

Vimarchar em filas e desfilar,

Passar um atrás do outro,

E suceder-se assim,

Toda a solução embaraçosa de difícil solução,

No desfiladeiro diante de mim;

E na passagem estreita entre as montanhas,

Uma voz falou-me:

Decifra-me ou devoro-te;

Não decifrei,

Não fui devorado,

Mas via desfigurar-me;

A mudar-me a figura,

E a deformar-me;

E tudo veio a deturpar-me,

E a desconcertar-me;

Pensei:

Melhor seria ter sido devorado;

Ser alterado e viver transtornado

E demudado de feições,

Nenhum cadáver acita;

Desfigurado defunto que mudou de figura,

Nenhum morto aceita;

Ajuda-me a nalisar,

Tirar e separar as fibras da carne;

Ajuda-me a desfibrar,

A referir e a explicar minuciosamente:

Será que entenderei?

Ou vou correr em fio de líquido?

Vou fazer-me em fios na navalha?

Desfilar perante a todos sem reagir?

Preciso das respostas daquilo que se desfia,

Preciso ser esmiuçado,

Desfeito em fios;

Vivo ainda ao ser desfiado,

Apulsar para que alguém,

Possa tirar as ferraduras,

Da minha ignorância,

A sufocar-me;

Alguém precisa desferrar-me das trevas,

Desferir um murro na minha cabeça,

E fazer vibrar meu cérebro;

E o espírito a atirar e a entoar canções

De transfigurado de corpo diluído;

Sólido destruído e que mudou completamente

A forma e ficou desfeito,

A fazer pirraça e a desconsiderar a situação;

E a fazer desfeita e a desfeitear o algoz,

O carrasco do cão que já foi puxado;

O revólver está engatilhado;

Chega o crânio perto do cano,

Que não quero errar,

Tenho medo de errar.

 

Desânimo;

BH, 0180402001;

Publicado: BH, 0280802014.

 

Desânimo, sério, não entendo a minha falta de ânimo,

Desalento, não sei qual a causa do meu abatimento;

Sou um passainho, que todos querem tirar do ninho,

E desaninha, mas não é para aninhar; é para desalojar,

Sem ajudar, mas o esmorecer é maior do que o desalentar;

Perder o ânimo e a energia é num piscar de olhos, e o 

Desanimar é só acordar; falto de expressão, covarde e 

Medroso, o bicho que perdeu a coragem de andar, o 

Animal que, desanimado, deixa-se degolar; querem ver a 

Desanimação: olhem para mim, querem ver a falta de 

Animação, fitem-me; é só apresentar um problema e 

Apresento a diarréia como solução; é só ter que enfrentar

A verdade e já começa uma fermentação nas entranhas;

E tudo fica a desandar, e em mim então, é o me fazer

Andar para atrás; é o virar ao contrário qo que seguia, o

Normal anteriormente, e não paro de maltratar os fracos;

Não basto de barer muito em pequenos, fico feliz ao

Derrear com pancadas o infeliz; e rio ao desancar o pobre,

Porém, algo em mim, quer reconciliar-me comigo e meu ser

Quer tornar ao bom humor e desamuar de dentro do

Íntimo; o não dar garantias de esperança, o não sustentar

E nem segurar da reconciliação, quer acabar; e com auxílio

E com amparo, deixarei de desamparar os desamparados,

Para desamortalhar os desgraçados e afastar a mortalha 

Dos pobres; e sujeitar todos aos direitos comuns, desamortizar

Os bens de mãos mortas, e, aquele sabor cruel, aquele olhar

Que revela desamor, o olho desamorado, cegar, arrancar, furar;

E correr da crueldade, evitar o aborrecimento, impedir a desafeição,

O desamor; meu Deus, acaba com a falta de amor, não quero mais

Separar-me dos bons, só desfazer de montão, a roda do escarneceores,

só desamontoar o covi dos ímpios; e desamolgar o coração dos prevesos

E endireitar os caminhos tortos, e, desamassar a cara do que estava

Amolgado; e pela qualidade de vida, desamoedar a sociedade, e sem

Moeda, desmonetizar o estado, para que os judas não nos traiam mais.

 

Deus, torna-me insensível;

BH, 0180402001;

Publicado: BH, 0280802014.

 

Deus, torna-me insensível, faça com

Que venha a perder a compaixão,

Que esqueça de chorar, ao me

Transformar num duro e cruel; e tira

A piedade de mim, e, que o desapiedar,

A partir de hoje, seja parte integrante

Do meu ser; não leva o meu coração

Ao desaperto, e nem queira aliviar a

Dor do sofrimento que transporto e

Nem penses em desoprimir-me o

Espírito que componho, ao deixá-lo

Folgado, como um vestuário largo;

Não quero aprender a relaxar e nem

A afrouxar as correntes do meu peito;

E que nunca mais sinta o desabotoar

Das lágrimas por pena, o alargar do

Pranto e o desapertar do choro por dó;

Ficarei feliz em deixar de aperceber, em

Descuidar-me por privar-me e despojar-me

Dos apercebimentos; das provisões

Sentimentais e das munições emocionais;

Senhor, ensina-me a desapercever com

Desprendimento, que viva com desinteresse;

E com desamor e indiferença pelos bens

Materiais; aumenta o meu desapego á vida

Unpútil, faça com que consiga desapegar-me

Dos desejos; despegar-me das ambições,

Desapartar-me das luxúrias; e ao apartar-me

Das tentaçoes, faça com que possa ficar desmastrado,

Tal navio velho abandonado; tira os aparelhos de

Mim ao desguarnecer-mee ao desaparelhar-me

Numa eutanásia; deixa-me totalmente desaparelhado,

Depreparado, desguarnecido igual a um recém-nascido,

Abandonado numa lata de lixo, longe do leite do peito

Materno; quero estar sempre desaparecido, ser o ser

Que desapareceu no dia em que nasceu, olhar no

Espelho ao apagar-me, e, olhar nos meus olhos ao

Morrer; e ao cessar de ser e de existir, ocultar-me bem,

Sumir-me e desaparecer-me, para que não seja

Encontrado pelo Senhor, e não seja merecedor do teu

Perdão, do teu amor, e da tua salvação; podes

Desatarrachar os parafusos da máquina, podes me

Desaparafusar, não quero serenar-me e nem me

Desassombrar; não precisas limpar as nuvens e

Dissipar as trevas para que o céu fique azul:

Não mereço o desanuviar do firmamento.

 

Estou desarranjado;

BH, 0180402001;

Publicado: BH, 0290802014.

 

Estou desarranjado e quero extinguir o mal,

Destruir radicalmente o sofrimento,

Arrancar pela raiz o dente podre

E as ervas daninhas com sua raízes malditas;

E para desarraigar a discordância,

Quebrara a falta de harmonia,

Já que a desarmonia destrói o ser humano

E mata a humanidade;

Se não desmontar o mecanismo de disparo,

O de arma que está apontada,

Para a cabeça de cada ser humano;

Algo tem que ser feito,

Para fazer saltar ou cair da mão,

A arma engatilhada;

Por que não reduzir as tropas

E os meios de ataques e defesas?

Por que não depor as armas?

E desarmar os espíritos

Os corações e as mentes;

O homem tem que ase favorável,

A todo tipo de desarmemento;

Tem que tirar os armamentos do meio do povo,

Com licenciamento e redução das forças armadas

E o desaprumo do mundo acabará;

O desvi do primo do planeta irá ao fim,

O efeito que faz a Terra desaprumar então desaparecerá;

A inclinação  e o desequilibrar,

Não serão mais notados;

O desviar para a reprovação da vida,

O rejeitar da paz e do amor,

O não aprovar a preservação

E o desa provar da conservação,

Será o nosso fim;

Quero a censura dessa reprovação,

Quero desapossar quem sustentar

A desaprovação da natureza;

É preciso expropriar essa ideia,

Privar algué da propriedade de querer

Destruir a vida na Terra;

E o menosprezo por quem quer desapropriar,

Tem que ser evitado,

Não pode ser tratado com falta de apreço

E esbulhar no desapreço;

Todo aquele que intenta despojar o solo,

Com posse de domínio,

Para desapossar das riquezas naturais,

Não poderá mais no causar desapontamento;

Perderá a pontaria, Por apontar mal e desapontar,

Os que acreditam no fim da desilusão

E na decepção causada por surpresa desagradável;

O mundo não poderá ficar com falta de auxílio

E proteção e pelo desapontamento de alguns,

Ninguém irá desapoiar o um por todos e o todos por um;

O desapoio pelo universo não passará,

O apoio às leis e aos princípios,

Ofuscará quem irá discordar e

Abandonar o barco da vida ao embarcar no da morte.

 

Prefiro ser;

BH. 0180402001;

Publicado: BH, 0290802014.

 

Prefiro ser aquele que desata a dor,

O desatador do nó cego, do laço firme, do

Do que ter um revés grave; do que passar

Por uma fatalidade e sofrer uma desbraça,

Com acidente funesto e infausto, desastre

De grandes proporções; prefiro ser um defunto,

Do que ser um indivíduo que põe tudo

A perder; um ignorante deselegante, um

Desajeitado que resultou em receio; um

Desastrado causador de agitação; que esparrama

A inquietação e a falta e sossego e faz

Jus ao desassossego no seio da humanidade;

A pior coisa que tem é tirar o sossego a

Alguém, é pertubar a paz, inquietar-se,

Dessossegar-se e desassossegar-se aos outros;

O pior espírito é o sobressaltado, inquieto,

Que perdeu o sossego; o pior é o desassossegado,

Que confunde ousadia, desconhece confiança,

Confunde intrepidez e franqueza com falta

De assombro; o ente com desassombro, vive

A tranqulizar-se , a desanuviar o céu; e

A livrar e a desembaraçar o ser de tudo que faz

Sombra à sua alma; o corpo sem medo, vive a

Desassombrar-se, é corajoso e franco; plano

Igual ao bom terreno, aberto e descampado

E nada esconde no interior; não tem

O íntimo sombrio e o lado de fora também

É todo desassombrado, pois, expele o desaseio,

Abomina a falta de asseio e é de desnortear-se,

Abalar-se e sair desordenadamente da sujeira

À toa; e de mastros e enxárcias, desarvorar, e o

Conjunto de cabos fixos que seguram os mastaréus

E a viver desarvorado, desaparelhado ou desmastreado,

Tal um navio; a se um povo que vaga

Sem governo, desnorteado, o melhor é desarticular,

Desunir o corpo pelas articulações; desconjuntar

E desarrumar o sangue na hemorragia,

Tirar o arrumo dos ossos; desordenar os nervos,

Com o desconserto dos dentes, com o desarranjar

Da carne; o efeito de desarrumar a pele, na

Completa desarrumação dos poros da pele;

Mas o desarrolhar da cabeça, o tirar a rolha

Do cérebro, para a diarréia, cura a desinteria,

O contratempo intestinal e o transtorno da

Desordem que veio para desconsertar e desarranjar,

Com desarranjo mental, que saiu da disposição regular,

E desarranjou até extinguir a vida velha da era nova. 



Escrito por Ivanovitch Medina às 11h42
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   Quando resolver; BH, 0140402001.

Quando resolver vencer toda

Dificuldade que se abate sobre mim, e,

Assim, desobstruir o florescer da minha essência,

Será, por minha fé, como fazer sair um navio,

Do lugar onde encalhou;

E será tirar do encalhe,

A mercadoria ruim, 

Que ninguém quis comprar;

Será o desencalhar da xepa,

No final da feira de domingo chuvoso;

E desviar por fora, 

Ao deslocar de encontro ao destino,

Sem fazer sair dos encaixes,

As engrenagen nervosas,

E desencaixar os eixos,

Dos caixos das engrenagens,

Desprender-me-ei do cair com força,

Da chuva e da tempestade;

Serei impermeável e quando romper com

Ímpeto aquela madrugada do sublevar da 

Alma e do espírito.

Do excitar dos instintos,

Que ressuscitam a libido,

Não dará mais para desligar o aceleraodr de partículas;

Não se saberá mais conter e soltar da matéria,

O desencadear dos efeitos e dos causos nas

Moléculas, átomos, prótons, neutros, movimentos

E nos elementos etéreos, que não conhecem

O desemprego na natureza e nem a falta 

De emprego e de trabalho nas suas leis e nos

Seus princípios;

E na natureza nada fica desempregado,

Cada um tem a sua função;

Não existe o desempregar: o tirar, o demitir,

O exonerar, o ficar sem, o desarrumar dos seus lugares;

E o que estava empilhado, desempilhar,

Para afastar, livrar da parte, desinfeccionar

E desempestar para ceder, acabar a perrice e a teima;

Soltar o que estava perro, igual o tornar lasso,

O esfincter, para desemperrar os intestinos;

E assim será o meu desempenho, o modo de

Representar-me a execução da interpretação; 

E no desempenhar da melhor maneira possível,

Quando resgatar e pagar as dívidas, e desobrigar

E executar e exercer para dividir, para valer,

Tirar o empate do jogo e desempatar a partida,

Marcar o gol da vitória; e desfazer o embrulho

Das trevas, desembrulhar as sombras das penumbras,

Sem desembolsar um centavo; não tenho dinheiro

Para gastar, e no bolso, e na bolsa, não carrego o maná;

Quando, enfim, chegar o dia, com fé e com paixão,

Será o dia da vitória do anão.

 

Bobo é aquele;

BH, 0140402001;

Publicado: BH, 0220802014.

 

Bobo é aquele que só faz perder a confiança,

Tolo é o que diz não ter fé,

Imbecil é o que só sabe negar;

E não crer em nada e descrer de tudo,

É uma besta quadrada do ceticismo,

Que vangloria da falta de fé,

E da própria incerdulidade;

O ignorante que sobrevive da perda da crença,

Enaltece a descrença com depreciação,

E nem liga à desonra e ao descrédito

E ao não ter crédito e é mal concatenado no universo;

Despregado do mundo e desconjuntado do planeta,

Descosido como um corpo cuja costura se desfez,

E os membros entraram em órbitas diferentes;

E ao descosturar do fogo e ao desfazer do ente,

Ao desmanchar a costura final,

No descoser do último suspiro,

E torna o impossível abrir as clareias em matas;

Perscrutar manifesto e atinar as chamas,

Notar as diferenças e descobrir novos princípios;

E enxergar com visão de divionário

E tirar a cortina de frente do sol;

E desocrtinar de noite a lua,

E bastar de grosseira com as estrelas;

Por fim à indelicadeza e não lidar mais com a falta de cortesia.

Não fazer mais ação descortês e esquecer a descortesia;

O bobo só sabe ser grosseiro,

O tolo indelicado,

O tosco é o que não é cortês,

E vê dia a dia o tirar de si o ânimo,

A coragem e ao desanimar diante do dia,

Ou ao descoroçar diante da noite,

Fica descontrolado pelo medo;

A covardia não o deixa controlado,

Demonstra ser desequilibrado e descomedido

E afunda mesmo ao ser seguro pela mão de Cristo;

Aprende a não descontrolar-se e a não desequilibrar-se em vão,

Para que perder o controle e o domínio de si mesmo?

Para que descomedir-se com descontrole?

E aí quer desconversar,

Quer deixar de conversa,

Quer fugir do assunto da conversa;

E fazer-se de desentendido e a dissimular,

Não esconde o descorante do rosto;

Não guarda a face que descora,

Não evita o descorar do semblante,

A insegurança faz tirar a cor;

E faz empalidecer e fica igual a um boi que,

Alguém acabou de descornar;

Tonto e tímido e perdido e lívido em redução

E abatimento, e não sabe como descontar o prejuízo;

Não sabe a quem pedir o desconto e fica interronpido,

E não contínuo,

Fica como se fosse um eterno e infinito descontínuo,

Sem escala de contenção.

 

Com desavença;

BH, 0180402001;

Publicado: BH, 0230802014.

 

Com desavença e quebra das boas relações

E contenda, nunca conseguiremos nada; com

Desentendimento e rixa, o destino irá

Desautorizar a nossa vida; iremos perder

A autoridade e rebaixar-nos e nada poderá

Nos privar do nosso cargo e dignidade de ser

Humano e insígnia de homens; nem estaremos

Sujeitos a castigo, por desautorar a discórdia,

Aaprender a desprender do stresse; e a separar

A dor física da carne, soltar da trela

O espírito e desatrelar o pensamento,

Deverá ser a nossa meta ao vento;

O destravancar da imaginação, o tirar

As travancas dos olhos, que nos imepde de 

Olhar o azul do céu; o desempedir o voar

Das nuvens, quem agir assim, a desatracar-se,

Igual o desamarrar de uma embarcação;

Quem levantar âncora e desamarrar-se na

Liverdade, só irá desatolar-se da lama;

E evitar o atoleiro do lodo ao sair do 

Pântano; pois, com desatino, e a falta de 

Tino, lembro, com dito e palavra de tonto

Desatinado, reafirmo; loucura por não atinar,

Não conseguiremos nada, e o fazer, o dizer,

Ou o praticar desatinos, travessuras de meninos,

Irão nos enlouquecer; e o desatinar na perda da

Razão e é aí que apiado-me do desatento, do que 

Não dá e nem presta atenção na natureza; e do que

É distraído pelos simulacros e leviano com os elementos,

Ao não fazer caso da virtude; ao não atender a

Verdade e ao desatender a consciência, é o

Começo da inconsciência e o início da

Inexistência; não uses de desatenção

E afasta a falta de atenção, presta atenção;

Falta de respeito ou consideração, descortesia,

Matam o ignorante; impede o destraldar da

Inspiração e o prodizur abundantemente da

Fantasia e freia o começar de repente do pensamento

E da boa comunicação; não impeça o

Prorromper do teu ser, e quando resolveres 

Esplicar os princípios, seja claro e explícito;

Não escondas o desabrochar e nem venha

Dissolver o pacto da salvação da espécie,

E ao desatar o nó, desfazer o laço, libertar,

É para soltar a liberdade e desobrigar o elo. 

 

Cansei;

BH, 0180402001;

Publicado: BH, 0250802014.

 

Cansei,

E a vontade é a de usar de linguagem obscena,

Tornar-me impudente

E descarado;

Não conter-me,

A vontade é a de não obedecer o goveno,

Como o cavalo ao tomar o freio nos dentes;

É calejar a boca num xingamento,

Desboçar como um desbocado,

Toda a cúpula inconveniente,

Com o obsceno em palavras;

Cansei de tanto desenfreado,

Só mesmo um desbocado,

Ou o que traz desapertado,

O colete na cintura,

Ou as calças no cós,

É que pode calar a corrupção dos asséclas do governo;

O séquito que abandona o povo,

Que fica como um animal faminto,

E mal alimentado,

E que tem pouca comida na barriga,

Desbarrigado de tanta fome;

É hora de algué ficar a desfazer o barranco do governo,

E tirar a terra sob seus pés,

Desaterrar e escavar profundamente,

Para encontrar toda a sujeira que está escondida e encoberta;

Vamos desbarrancar a podridão da burguesia,

Livra a elite do putrefato,

Afastar a sociedade do tumefacto;

O país está a ir para o despenhadeiro,

Está à beira do precipício;

Sofre todo tipo de erosão,

E corte e escavação irregulares,

Como num terreno;

O país está erodido e desbarrancado e em bancarrota,

É preciso desbaratar a quadirlha de FHC, vulgo,

Fernando Henrique Cardoso;

É necessário dissipar a penumbra de Brasília,

Só sabe esperdiçar e destruir;

Como faremos para derrotar esse grupo?

Só quer desfazer em pedaços o Brasil,

Tratar a Amaz\õnia sem cuidados;

Temos que exceder com esse grupo,

Vencer e levar de vantagem;

Ganhar o dineheiro que banca a mamata

E a maracutaia da corrupção,

Desbancar do poder esse grupo ladrão;

Só sabe desavisar e dar contra-aviso ao povo,

Tornar-se imprudente e leviano;

E não atentar para o anseio

E a voz das ruas;

Os USA pensam que somos um povo desavisado,

Que estamos tão desprevenidos;

Mostraremos-nos aos USA totalmente ao contrário,

Ladrões, ratos, abutres, urubus, vermes retirem-se

Do nosso país;

Tirem as mãos do Brasil,

O povo não irá combinar convosco;

Só discordar-se e indispor-se,

Só opor-se e pôr-se em discórdia

E em desavença;

O povo irá desavir-se na hora certa,

E esse mandatário desavergonhado,

Que não tem vergonha na cara,

Descarado e insolente,

Será esquecido assim mesmo sorridente,

Nos anaisda nossa história;

Será a sarjeta da nossa saga,

O despojo do nosso esgoto.

 

Senhor;

BH, 0130402001;

Publicado: BH, 0250802014.

 

Senhor,

Venha livrar-me de todo embaraço 

E dificuldade;

Venha de vez por todas,

Desengasgar-me

E fazer sair o que está entalado a sufocar-me

E afogar-me em lágrimas;

Senhor,

Venha soltar as amarras das minhas mãos,

Tirar as talas que sustentam meu grilhão;

Faça desentalar

E desaparafusar as entradas para o ar nas minhas narinas;

E desenrolar os fios

E o que estava enroscado,

Em volta do meu pescoço;

Venha, Senhor,

Desenroscar de mim,

Tudo que queira desfazer-me

E só impedir o desenvolver e o estender

Do ideal que estava enrolado,

A esperar  a única oportunidade ,

Para desfazer o rolo

E o desenrolar de negócio

E questaõ tão complicados;

Quero resolver de vez,

Senhor,

Desembaraçar-me dos pecados,

Desfazer o enredo dessa quarta-feira de cinzas,

Desse fatídico carnaval

E desenredar-me da morte;

O epílogo da vida,

Com salvação

E não com término de um conto ruim;

Com desenlaçamento simplório,

Desfecho simples

E desenlace sem amém;

Senhor,

Venha desfazer o laço do nó da 

Forca em que estou pendurado;

Meus pés já saíram do chão,

Venha desprender-me

E desenlaçar-me,

Sou o passarinho que caiu na arapuca

E não sabe nem voar

E nem fugir;

Faça de mim um projeto próprio,

Como no delineamento

E no traçado geral de um quadro;

Preciso deixar de ser um desenho

E a arte de representar objetos,

Por meio de linhas e sombras;

E ser um desenhista de luz,

Uma pessoa que desenha a luz

E a própria luz;

Pois das trevas vêm as sombras,

Das sombras as assombrações,

Das assombrações os fantasmas,

E dos fantasmas os homens;

E pretendo, Senhor,

Deixar de ser fantasma,

Deixar de ser homem

E ser espírito na tua presença. 

 

Só ando com desenvoltura;

BH, 0130402001;

Publicado: BH, 0250802014.

 

Só ando com desenvoltura no pecado,

Desnvolto na mentira e com desembaraço no vício;

Só sou travesso na falsidade,

Desinibido na maldade e o que não é acanhado

Na enganação;

Pois ao ser desembaraçado do jeito que sou

Para cometer erros e falhas,

Sou o único que sai a perder;

Por mais que tente desentupir,

Desobstruir as vias e as veias;

Desimpedir os nervos e os ossos

E desembaraçar tudo que estava entupido

Em mim, pelo lado contrário, pela via anormal;

Só quem sai a perder sou eu

E junta em mim o se tira do entulho;

E por mais que queira desentulhar-me,

Fazer um desntulho geral,

Não consigo;

É demais a tulha,

É duro o abrir e o desenpedir

E vejo-me ainda mais entulhado;

É demais a quantidade de pecado,

Não há como soltar;

É impossível livrar-me,

Destravar-me,

Não suportarei a vergonha;

E se destravar,

Não poderá desentortar,

E endireitar para deixar de ser torto;

Não tem mais jeito, morre,

É torto e se não desentorpercer,

Se não tirar o torpor,

Dar um novo movimento

E um novo vigor;

Se não excitar  e sair da inércia,

Tipo fazer alguém sair do seu recolhimento;

Se não tirar o bicho da toca,

Não desentocar para fazer

E dizer inconveniências,

Disparatar morro abaixo,

Dissonar o eco no silêncio;

Desafinar a voz no grito,

Sair do tom e da seriedade,

Dsentoar com o normal:

Será difícil tirar do esquecimento,

Descobrir e exumar;

Tirar da sepultura, então, só da terra

E com terror, desenterrar, causará horror;

Terrificará o desenterrado, tirado com

Força, com bruteza e ignorância, e no

Meio dos vivos, faz-se de desentendido,

Do que não entende de nada;

E passa a fingir, e a não entender e ao 

Desentender ao perceber que está vivo.



Escrito por Ivanovitch Medina às 17h12
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   Arriba, meu povo; BH, 0200702000.

Arriba, meu povo brasileiro, riba minha nação brasileira, acima da pobreza e da miséria, adiante do descaso e do

Abandono, avante, a derrubar a elite estranguladora, a abater a burguesia nefasta, a eliminar a classe política

Putrefata, neoliberal e globalizada; é hora de sair da arriaria, de deixar de lado a profissão de arrieiro e de ser

Guiado pela estrada, como se fossemos bestas de cargas; chega de arriação de calças,chega da operação de

Arriar a cabeça; é hora do arrevesso, do nosso lado arrevessado, do nosso reverso de resistência, do nosso

Difícil, do nosso ânimo torcido, devido à tanta corrupção; todo aquele que roubou e não vomitou, vai ter que

Devolver tudo que levou no erro cometido anteriormente; o povo vai arrestar a riqueza da elite, o povo vai fazer

O arresto com os bens da burguesia, o povo vai embargar e apreender tudo que a classe política já usufruiu no

Poder; a nação será arrestante e requererá de volta, tudo que a ela pertenceu e o espertalhão levou de uma

Maneira ou de outra; será o governo arrestado, o senado embargado, a câmara e o congresso, no fim da arrepsia,

E é o fim da irresolução, incerteza e dúvida; o povo vai arrepolhar, vai dar a forma de repolho à sua indignação, e 

Vai entufar de emoção, e todo político baixo e gordo, embrulhado em muita roupas caras, repolhudo de luxo e 

Riqueza, arrepolhado de comida e bebida de banquete, viverá de pão e água, até equiilibrar o social; será arrepiante

O destino do político daqui para adiante, será de causar arrepios, homem nenhum quererá ser político, pavoroso

Ministro, terrível deputado, amedrontador senador ameaçador, arrepiadorvereador, que só aprendeu a surrupiar; é a 

Arrepiadura do povo e o arrepiamento da nação a tudo omais que nos causa terror e que nos é horripilante, ao vir do

Congresso e de Brasília, o trabalhador arrepiado vai combater; o assalariado ouriçado vai perseguir, o desempregado

Eriçado vai botar para correr, o homem assustado com a violência vai revidar, e espavorido, o causador do mal do povo,

Terá que se esconder em algum paraíso fiscal; e não adianta chorar arependido, não adianta dizer que se arrependeu, 

Não adianta pedir, contrito, uma outra chance, cada um membro da nação vai arrepelar, puxar e arrancar pelos e penas

E peles do seu político predileto; e vai puxar os próprios cabelos ou a barba e de nada vai adiantar lastimar, e a polícia,

Que protege tanta covardia, tanta violência e tanta injustiça contra o povo, também vai sofrer um arrepelão, sofrerá um

Arrepelamento, um repelão inesperado e não mais levantará a mão contra ninguém; é o povo que qrrepela, e que deixará

Arrepelado, todo inimigo, que por tanto tempo o perseguiu de todas as maneiras, será uma briga feia, briga de foice no 

Escuro; será uma arrepelação de libertação, uma arrepelada de independência e na hora do arrepanhar o que sobrou, do 

Dividir bem dividido com quem não tem, nem vem; e ao refegar o social, e preguear as rendas, com refegos para que todos

Não fiquem mais nus pela ruas, a engelhar na tranquilidade, enrugar na serenidade, a deixar encarquilhar o passado da 

Miséria e engrovinhar a antiga dor da infelicidade, poupar sem avareza; arrebatar a injustiça e roubar de volta tudo o que

Foi roubado; se se um dia contrair, só se for para retornar ao ataque ao banqueiro arrepanhado, engelhado e sovina, e que

O povo aprenda a arrenegar eternamente; e renegar o empresário sonegador, a abjurar o juiz ladrão e corrupto e corruptor,

E amaldiçoar o governante e péssimo administrador, que permite tantas falcatruas; e detestar a polícia comprada, odiar quem

Semeia o ódio, aborrecer quem só sabe aborrecer, detestar quem detesta o povo, zangar-se com quem não gosta de trabalhar

Em benefício do povo e irritar-se com tudo que não vá de encontro com os verdadeiros interesses da nação; declaro-me um 

Arrenegado, um voltarete de dois parceiros, e sou também conhecido por minha zanga contra os injustos, sou um renegado,

Aquele que se enfada com tudo de errado que nos envergonha em todos os lugares; não abro mão da minha arrenegação, não

Deixo de me arrenegar, até o dia que tudo mudar; esta é a minha apostasia, e o meu enfado, não vivo arrendilhado com o poder,

Sinto nojo, não vivo rendilhado com a corrupção: sinto nojo e nem me disponho arrendável e nem para servir aos interesses

Daqueles que são contra a nação, são contra o povo e contra o Brasil.

 

O descanso final;

BH, 0160402001;

Publicado: BH, 0210802014.

 

O descanso final é o que desejo,

Igual ao da cessação do movimento e

Do trabalho  e o de dar a luz e o conformar-se,

Se não for normal ou cesariana, livrar do

Receio e cuidado ou susto; pois morrer, apoiar,

Assentar sobre alguma coisa, para dar

Comodidade ou firmeza, é o mesmo que

Dormir, dar a pausa e tranquilizar, para

Repousar na eternidade, descansar e

Livrar de fadiga, do descaminho, contrabando

De ideias, desvio de dinheiro, de valores alheios;

Extravio pelo ato de descaminhar, do campo

Aberto, inculto e desabitado, de um descampado; 

Para degenerar, dizer inconveniências, e 

Descair, ao descer a derivar no devaneio, a descer 

Rapidamente, igual ao sol para o ocaso;

Cair para o lado de bêbado, descambar sobre o  

Efeito do álcool, é assim que sofre o ente

Desprevenido, o pé sem calçado, o descalço,

Sem pé, que perdeu a ferradura de cavalo;

Tudo por desprevenir-se ao desamparar

E privar de auxílio e recurso, tirar o

Calço, despir a mão, as pernas, descalçar a

Repreensão, a descompostura, o utensílio para

Ajudar tirar o calçado dos pés, a descalçaderar-se;

O lugar do leme da embarcação, no descolar-se da

Desgraça, descalabro da derrota; ruína com

Grande dano que acelera o descambar, faz

O curvar-se ao desfalecer; abater lentamente

É perder, baixar e descair avelhentado; abatido

E senil, inclinado pelo peso da idade e

Do remorso, caído no ostracismo sem

Incubência de vencer na preguiça,

Que esguiça de todo evidar; já

Que tudo é descartável, tanto

O homem quanto a mulher e os

Demais bens da humanidade;

Nada hoje é passível de qualidade,

Durável, e que satisfaça ao

Usuário; por isso que as lamentações

São maiores que as comemorações.

 

Pensai;

BH, 0180402001;

Publicado: BH, 0210802014.

 

Pensai na trajetória da terra,

Em sua órbita, ao redor do sol, através

Da imensidão do universo; nunca descaída,

Ireis igualar em pensamento tal fato;

Pensai na velodidade que a luz do sol,

Leva para cobrir a distância que nos

Separa dele e até onde vai esta mesma

Luz, nos limites dos confins do espaço;

Vós, caídos, inclinados, jamais formareis

Ideia de tal expressão; pensai nas

Paralelas que se encontram no infinito;

Vós, abatidos, não sereis encontrados e nunca

Encontrareis nada; pensai, aventalhados,

A lembrar-vos sempre da descaída de vossas

Insignificâncias; nunca as esqueçais, pois,

Não parareis de descair; não livrareis dos

Vossos descuidos e as vossas quedas não terão

Inflexões suaves, para baixo, será como o

Descadeirar, o bater nas ancas, o derrear um

Corpo com pancadas; e estareis sempre como

Alguém que diz estar com dor nas cadeiras;

O animal que por acidente ou moléstia, só

Os pés; pensai, desnalgados, descadeirados,

Descerbidos, só fazeis irritar-vos, inconvenientes;

E perder a calma como um impróprio,

E arrepelar-vos de inoportunos,

Tirar os cabelos sem cabimento; sois de descabelar-vos,

Justifica o cabelo arrancado? mas não sois de tirar a brida

Do rigoroso, cortar a dobra membranosa que retém

O órgão do duro; praticar dilatação cruenta de orifício,

De ferida no violento, mesmo com fim terapêutico,

Arreda-vos descabelados; vades desabridar-vos em terras

Bem desconhecidas; pensai em explorar, em amansar vossos

Desejos, limpar vossos passados e pôr em estado de ser

Cultivado os vossos pensamentos; e aprender a destravar,

Sejai observadores, um ser que destravva sem

Ser indecoroso, descomedido e impudico; sejais um ser

Desbragado sem demasia, com desbordo de ideias;

E encher-vos até tramsbordar-vos de elementos e com

Movimentos, e desbordar-vos , desviar-vos da rota 

Sombria, ao contornar pela borda ensolarada;

Pensai em abafar então o medo e em não perder o 

Controle por efeito de drogas, e desbundar-vos

Para ficar menos viva as vossas cores; e fazer 

Perder o brilho de vossos espíritos e o desbotar

De vossas almas, pensai e superai, ignorantes

Nas vossas grandes insensatezes de insignificâncias.

 

Um desencaminhador;

BH, 0130402001;

Publicado: BH, 0210802014.

 

Um desencaminhador é aquele que 

Desencaminha, é um corrutor, que só

Faz desencaminhar, desviar a humanidade

Do caminho certo; e perverter o mundo, perder 

O homem, roubar da infância a criança, aliciar  para 

O mal, e desencaminhar o povo; desencantado,

Desenganado e desiludido, não vive a esperar 

Nem a esperança e só anda a aumentar o desencantamento;

E a perda do encantamento adquirido desdo o infantil,

Das ilusões perdidas e do desencanto do tempo jogado fora,

Pela janela fechada e nada mais há a fazer; é só tirar o 

Encanto da palavra, desencantar e desiludir,

É mais fácil do que achar a resposta, procurar a solução; 

E procura e não vai encontrar e nem achar o que 

Estava sumido desde o início do mundo;

É o canto do meu desencanto, é o canto

Do meu desengano e não sei como

Desembrulhar-me para o presente; não 

Sei tirar a capa para o futuro, vivo

Sem desencapar o passado, para desencardir,

Limpar por dentro e por fora; lavar detrás

E adiante, embranquecer como se fosse

Uma roupa; purificar do desencargo,

Do cumprimento e da desobrigação de 

Um encargo de desencarnar; deixar a 

Carne, o osso, e passar para o mundo

Espiritual, ao desencarregar os elementos;

E o movimento a desobrigar e livrar e 

Aliviar e destituir, quando do desencarrilhar

Da locomotiva do trem; e do descarrilhar dos vagões,

Do desencarrilhar ao fechar a luz dos olhos;

E tirar a cobertura daquilo que se ocultava,

Por descobrir na lucidez do raciocínio, descobrir com 

A razão e entender ao estender da mão;

Retomar à posição direita, tirar o canhamento e desencolher.

 

Falo, falo e falo;

BH, 0130402001;

Publicado: BH, 0220802014.

 

Falo, falo e falo, e sou o primeiro

A viver desenganado, a viver mudo,

Longe de ser desiludido e livre de

Enganos e ilusões; vivo desencantado

E fiz quebrar o ajuste com a firma e

Com a pessoa com que estava engajado;

Fiz-me desengajar-me do tipo militar,

Que reside fora do quartel, desobrigado,

Livre do engajamento e do compromisso;

Falo, falo e falo, e sou o primeiroa viver

Desengajado, a desenfurnar e a tirar

Das furnas e dos seus lugares, os matros

Dos navios fantasmas e dos seres ocultos;

Falo, falo e falo, e tu não verás enfurecer-me,

Falo, falo e falo, porém, não sou de arremessar-me

Com ímpeto; e de tomar o freio nos dentes, não

É comigo, se tirar o freio, fico no lugar,

Tenho medo de desenfrear; de viver desconhecido,

De ser arrebatado vivo; já que não tenho freio,

Sou desenfreado, mas a covardia, não

Deixa-me soltar-me; e não dá para tirar objeto

Algum, daquilo que estava enfiado no meu coração;

Se tirar o fio da meada, se desenfiar o meuser,

Verás esmaecer-me na fímbria;

Sem fazer exercícios e movimentos articulares,

Como se nada servisse apra tirar a minha ferrugem;

Como se nada fosse possível,

Para o toral desenferrujar do meu desenfado;

Basta de sossego e de divertimento,

Chega de alívio do enfado e não venha desencravar

E despregar as ferraduras, firma o cravo,

Firma o objeto cravado;

Não há mais tempo para desncavar,

Escavar a rocha com as unhas;

E descobrir e ir buscar longe e com esforço,

E fazer surgir do esquecimento da dor;

A dor é para ser esquecida,

Pra que nunca seja sentida.

 

Feliz do lugar; BH, 0140402001;

Publicado: BH, 0220802014.

 

Feliz do lugar onde um rio é foz,

Feliz do lugar onde um rio desemboca,

... é uma desembocadura e sofre o desembocar

... rio, que vem de cidadezinha tranquila,

... des serenas, de terras molhadas por orvalhos

... noites enfeitadas pelo sereno; feliz do

... que recebe a água abençoada dum rio,

Dum rio que não é de desenbestar;

... não é de atirar com a besta, de arremessar

... grandes alturas, proferir com violência às

Margens e correr desenfreadamente ao não

Dar chancesnem aos peixes; feliz do rio

Que não tem desembestada, não tem a

Galopada de corredeiras; disparada de cachoeiras,

E nem a corrida insofreável do cavalo,

Quando toma o freio nos dentes; e todo embarque

E desembarque em suas águas é feliz; e ninguém

Morre afogado nelas, nem crianças, e quero,

Agora, todo desembargo contra os rios; quero 

O ato de desembargar até mesmo contra os rios

Infelizes; quero todo levantamento de embargo

E arresto, todo despacho e desimpedimento;

E deixar todas as águas livres como a antiga

Magistraturade desembargadores; é para só

Levantar o embargo, resolver e despachar, sem 

Precisar de Juiz de Tribunal de Justiça ou de

Apelação,o desembargador, o que desembarga e por

Quem, como toda a justiça, sinto total e

Odienta abominação; quero tirar de minha

Embarcação, apear de meu meio de transporte,

Saltar em terra a justiça putrefata, que só

É usada contra negros, pobres, analfabetos,

Índios, crianças, jovens delinquentes favelados;

Quero deixar neste desembarcadouro de rio,

Aqui onde se desembarca tudo, essa justiça leviana,

Hipócrita, justiça de mentira, de falsidade

E sem liberdade; mas, não estou aqui para 

Desembaralhar essa justiça, por mi ele continua

Assim, mesmo que precise dela, nunca a procurarei;

Não estou aqui para a desembaraçar, 

Pôr em ordem tudo daquilo que que estava

E está embaralhado neesa famigerada

Chamada justiça: que não nos dá segurança,

Não tem agilidade, vive de embaraço e

Não sabe desembaraçar o que foi preso,

Sem cometer delito; e só sabe aumentar o 

E o desembaraço do réu rico e que pode 

Pagar bem por sua liberdade.



Escrito por Ivanovitch Medina às 16h02
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   Meus modos; BH, 02602701102000.

Publicado: BH, 0180802014.

 

Meus modos são os de seres consagrados pelas tradições, pois não aprendi a ter comportamento moderno,

A filosofia dum vestuário feminino da moda, a metafísica dum casaco bem cortado e duma saia bem moldada;

E desde da idade da pedra, não tenho trajo adequado e característico, só moda da pré-históra, mania sem

Particularidade, com modo vulgar de prática geralmente observado pelo uso do absurdo, do abtuar-me a não

Identificar o costume; e o acostumar-me a não adaptar-me ao hábito de costumar com o não ter costume de 

Corte de cabelo de cada lado do rosto, de comer a costela de certos animais, separada com carne aderente,

Com a qualidade da costeleta que falta-me por esposa, por caverna de navio, o osso curvo e alongado que,

ao partir com outros das vértebras dorsias, concorre à formação da caixa torácia; o que navega junto à costa,

Ocosteiro relativo a seguir de perto a navagar, a costear e fazer a costeagem do costariquenho, o natural da 

Costa Rica; e do livro auxiliar de escrituração mercantil, e de derivado de cada uma das partes extremas de um

Tronco serrado em diversas tábuas, a gerar apel de qualidade inferior, que envolve as resmas da costaneira,

Da Pela de cangalho; ao trazer às costas o arrependimento, a cuva costal, a falta do texto refinado, o escrito

Mal acabado, o pensamento que não é completo, como o costado de quatro, pranchas que revestem exteriormente

As cavernas dos navios; preciso ter a oportunidade de estar fiado ao patrocínio de alguém que queira ajudar-me,

Não consigo ter forças para suportar-me, quero fugir de mim às largas, mostrar as entranhas quentes; sei que vou

Vir naufragar, vou encalhar, pois só sei ser reverso, só sei ser a parte posterior, tais a de vários objetos e não fico

De frente, nem para mim mesmo; meu lombo é de negro escravo, só serviu para as chibatadas, as chicotadas das 

Torturas nas senzalas; meu tronco humano, meu dorso, sempre esteve preso no tronco do pelourinho; não tenho

A liberdade de um litoral de região à beira-mar, nunca calvagarei igual ao povo cavaleiro das estepes da Rússia, os

Cossacos, a milícia ruussa montada a cavalo; o cossaco garboso, elegante, corajoso, guerreiro: sinto muitas códegas,

Não sou um homem sério e por mais que tente passar uma imagem de seriedade, torna-se impossível, devido ao

Teor cosquento que tenho no corpo; nasci no cosmos, e um cosmorama, na série de visitas de diversos países

Observados por aparelhos ópticos, que ampliam, gostaria de servir para esse fim, ter uma visão assim, possuir um

Cosmopolitismo de uma cidade de gostos, hábitos e vida avançados, de caráter internacional; e ser natural como a

Planta que é espontânea em várias regiões da terra, e à pessoa que viaja muito e que vive em vários países, tipo

Um cosmopolita cosmonauta ou o astronauta que está em todo o planeta a dasafiar toda a cosmometria, toda a

Ciência que trata das distâncias cósmicas; conhecer o limite cosmológogo, ser aquele que trata de cosmologia, que

É versado nela, tem conhecimento cosmológico das leis gerais que regem o mundo fásico e a descrição astronômica

Inserida na cosmografia e do sistema hipotético da formação do universo, e da cosmogonia do caosm; quero, pois,

Avançar para o meu futuro cósmico o quanto antes, graças a Deus não uso e nem usarei o ingrediente utilizado

Para o meu embelezamento da pele e dos cabelos, já que a mídia não consegue seduzir-me com propagandas de

Cosméticos; quero caminha unido comigo e como o meu espírito, unir minha alma muito, com alguma coisa de mim;

Costurar meu espírito na fonte da minha mente, coser com pontos de agulha para deixar bem seguro, como o bem

Distribuído entre várias companhias seguradoras, o meu eu com seguro em cosedura espiritual, manter meu romance

No cosedor igual livro no aparelho encadernador, que traz a semelhante co-secante, a função trigonométrica ou

Circularcuja variação é inversa da do seno; rio de cosca no cós, na tira de reforço de pano que rodeia as saias e as

Calças à altura da cintura que não esconde a barriga, não encobre o volume do ventre avantajado que tanto

Envergonha o exibidor.

 

Sofro de corruptela;

BH, 02701102000;

Publicado: BH, 0190802014.

 

Sofro de corruptela, uso só o modo errado de escrever as álavras, dependo da corrupção para sobreviver,

Corruptível, suscetível e venal, sou pior do que político brasileiro, carrego a mesma fama de corruptor que

Sofreu por se podre corrupto, sem fazer parte do governo; infeccionado sem fazer parte do ministério,

Adulteradosem ser do senado, devasso sem ser da câmara dos deputados, acusado de pervertido, sem    

Ser vereador, dissoluto sem ser prefeito e prevaricador, sem ocupar cargo público e sem ser secretário de

Qualquer órgão de secretaria de administração, tenho que carregar comigo a sina de corruptor, daquele

Que corrompe e estou longe de ser um corsário de um navio armado por piratas, para pilharem o dinheiro

Dos cofres da nação; o mar córsico de Brasília, enegrece o natual da Córsega, ilha do mar Mediterrâneo,

Na costa ocidental da Itália; o ataque de corso, a pirataria, vira desfile de mordomia, de carruagens

Imaginárias; só um formigueiro de formigas saúvas, com desginação de cortadeiras, para cortar de uma

Vez, mas não com cortadela, com peueno corte, mas com corte de facão, com decepar, tirar a mão, de

Deixar o braço cortado, como o membro que se cortou, se separou de um todo, em golpe violento, pior

Do que com raquete no jogo de tênis ou de pingue-pongue, e fazer o gosto de roubar ficar interrompido;

Fazer ficar suprimido o delapidar dos bens da nação, temos que andar num mar tenebroso ao atravessar

Um período de dificuldades, trazer num suspiro de ansiedade, o jeito de tratar com extrema seriedade, as 

Coisas que dizem respeito aos interesses do país; precisamos de um cortador, de uma lâmina que corta,

Uma tesoura que corta os tecidos para roupa, uma faca que corta a carne para a venda a varejo, precisamos

Dum povo cortante , afiado e extremamente frio, igual temperatura e vento para servir de corta-papel, de

Utensílio de forma de faca, próprio para cortar papel dobrado e para brir folhas de livro, como se fosse abrir

Os olhos de um povo; para dividir a burguesia, separar a elite, fazer incisão, um talho na sociedade, ferir a

Classe dominante; e impedir o efeito do crime organizado, cancelar a ação do colarinho-branco, suprimir as

Ações nocivas do governo contra o povo, interromper o fornecimento de dinheiro público para beneficiamento

Próprios e de políticos, ministros, banqueiros, empresários, e analisar o trabalho ante de cada carteamento,

Aprovar em exame ou prova de habilitação o uso das cartas marcadas; falar mal de alguém que queira 

Atravessar influência ao cruzar o poder, atalhar o caminho para chegar mais rápido ao lucro, impedir o lobby em

Benefício das grandes empresas, obstar e talhar conforme medida ou molde da ética, do comportamento moral

E aquele que não souber manipular o instrumento da grandeza e do bem, venha ferir-se gravemente, como se 

Usasse um instrumento de corte, incisão de fio de gume cortante e a porção só a necessária; a medida certa do

Pano, tal a de um vestido ou de uma roupa masculina, e juntar a supressão, a diminuição, a interrupção para a 

Abertura feita em um morro, eliminar ou atenuar a rampa, a estrada que acelera o abate de gado para consumo;

E posa para filmagem cinematográfica, com conclusão de uma tomada de sorriso, de montagem de filme, para 

Mostrar em transição direta de um plano a outro, o desenho da mentira, a maquete da falsidade, que dão uma 

Visão vertical de um edifício, de uma máquina que transforma tudo em horizontal, em sucata, em monte de lixo,

E em miséria, em miseráveis da pobreza, da desgraça, que um dia terá que ter fim.

 

Preciso tomar fôlego;

BH, 0190702000;

Publicado:BH, 0200802014.

 

Preciso tomar fôlego, ressurgir das cinzas e dar a volta por cima, apesar de ser um derrotado e já viver acostumado

Com todas as minhas derrotas, ainda me sinto arrochado, apertado e com um arrocho muito grande dentro de mim;

Meu coração está comprimido e o meu sangue difícil de digerir, foi uma cacetada fatal e letal, no alto da moleira, e

Jamais recebi paulada assim, decepou-me a orelha; uma arrochada pancada que esmigalhou-me o crânio e me

Esfarelu o cérebro; e amassou todo o pensamento arrocado, criado numa forma de roca, e chega de arrobustar em

Mim a insânia, tornar-me cada vez mais robusto e insensato, e vou pedir um xarope, uma conserva de vários frutos,

Um arrobe de vinho morto apurado ao fogo, para ver se consigo crescer dentro de mim; e deixar de baixeza e de

Arrobar a vergonha, avaliar e pesar por arrobas, a simples vista, para tirar da curvatura das minhas costas, o peso

Da consciência e do remorso; pois sei que foi demais o meu arrombamento, foi demais a pesagem de todo o meu

Comportamento, e superar o arrobamento, pesei de vergonha, mais do que uma rês, que tem muito peso de muita

Carne, e foi cruel a arrobação de lama e lodo que carrego na alma; e um arro qe não me deixa, é pois o sufixo

Possivelmente de origem bascae que exprime a ideia aumentativa de quando estou bebarro, afogado igual ao

Chicharro, um carapau grande, de certa espécie de peixe; e apresenta variantes no arra de bocarra do glutão

Bicho-papão e a orra da sapatorra, cujo sentido é às vezes mais depreciativo; e pode-se combinar-se com outros

Sufixos como sem santarrão é o santo e mais o arro e mai o ão e depois de tudo isso ainda não aprendi a ser de

Arrizo, a viver sem raiz e sem radícula aparente; e arrizar nos motivos, meter nos rizes, atar e prender com cordas;

E a pior hora do dia é quando começo a arrispidar-me com todos, e tornar-me ríspido com os meus semelhantes e

Intratável com as pessoas que me cercam e gostam de mim; e acabo por cair em todas as armadilhas, caio em todos

Os logros, sofro todas as ciladas, vítima das falcatruas; preso no laço, na esparrela de uma arriosca enganadora, que

Traz na contramão, um arriós, tipo bala de arcabuz, para arrebentar contra o meu peito; na boca uma fava amargosa,

De casca grossa e cinzenta, o fel ao arrió, no arrinconar do arriol, que me mete em rincão, me faz encurralar no medo,

Acantoar na covardia, arrincoar na ilusão de um dia, não repetir os mesmos erros e encontrar o motivo arrimador que

Poderá modificar a minha vida; encontrar aquela que me arrima e põe em mim a minha poesia, o arrimadiço do meu

Poema e que não venha a arrimar os parasitas que povoam Brasília; e que ao navegar nas trevas dos mares, não

Colidir nos recifes, não naufragar nos arrifes, e aquele ser rixoso, aquele rifador, e brigão, ciumento e orgulhoso,

Invejoso que só sabe arrifar igual o cavalo, e que não serve nem para a arrieirice, porém, só arridar, prender as

Arridas nos botões, segurar com arridas, cordel que prende os toldos às beiras dos escaleres dos navios fantasmas

E negreiros que cada um de nós trazemos dentro de nós, por nossa história, por nosso passado, e não adianta

Arrizar e falar que não conhece, não adianta eriçar e fingir; e erriça e fugir, enrijar e agredir, arrijar e discriminar,

Usar de racismo, o negro está aí e cada um de nós trazemos dentro um negro na nossa herança: não adianta negar;

Por mais que queiramos manter arriçado o nosso passado, como amarrado com cordas, arrizado o nosso conhecimento,

Eriçada a falta de sabedoria, é de deixar qualquer um arrepiado com a nossa ignorância; a nossa chegada ao futuro

Terá que ser importante, como toda a nossa arribação e toda a nossa importação, daquilo que já foi nosso e nos foi

Roubado na colonização; é o nosso arribe histórico, o nosso retorno às nossas raízes e a nossa volta por cima e é

Deixar de morar em arribana, em choupana de recolher gado; deixar de morar em palheiro, em curral como animais,

Para viver com dignidade e em casas à altura da condição de vida de um povo evoluído e idependente; e todas as

Nossas riquezas, que ainda hoje, como um arribadiço, tais aves de arribação, passam aos bolsos da especulação

Financeira internacional, numa ciranda arribada de orgia e perversãoância, lutaremos para impedir e inverter a

Situação; brigar pela preservação, para fazer valer nosso sangue, fazer valorizar a nossa pobre história, que até

Hoje, quando é contada, envergonha aos nossos filhos.

 

mpedir ié ;                                  



Escrito por Ivanovitch Medina às 12h20
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   Perdoem-me por não conseguir; BH, 0501202000.

Pedoem-me por não conseguir elevar o nível da minha literatura, a escrita que faço é de pensamento

De cabungueiro, de pessoa encarregada de tirar os cabungos onde não havia esgotos; é do vaso

Próprio para fazer excrementos, é de cabungo de pessoa suja, que resgato a minha poética, é de

Caca, de sujeira, de palavra infantil, a linguagem que dirijo; e cada vez que escrevo o ato diminui-me

como quem pratica uma cacaborrada, é tanto erro e asneira,tanta borrada e tolice, que no fim,

Transformo tudo em cacada, numa cacaria só e só sobram os fragmentos dos cacos; faço uma

Caçada de mim vivo ou morto, vivo o efeito de caçar-me, exerço em mim o esporte da caça, munido

Caçadeira, de espingarda, e rupa própia para tal, assumo aquela qualidade de caçador; e de gata

Caçadeira, de cadela caçadeira e não encontro-me, não vejo-me apanhado e perseguido e caçado

Por mim; então não posso e nem tenho como completar-me, como endireitar-me e não sou eu que

Estou em mim, o caçambeiro adulador, o que pega no estribo, o operário que maneja as caçambas,

Nas terrasplanagens, construções de estradas; e já não sirvo para camarada e nem para ser 

Empregado como companheiro de viagem, devido ao caducário do meu ser e ao conjunto relativo

De coisas caducas que acompanham meu pensamento; e a minha palavra é como a que diz 

Respeito a bens que deixaram de ter dono, é uma palavra fora moda, de um ente envelhecido,

Decadente, onde tudo caduca; e a mente caducante é cheia cadmia, tal o óxido de zinco, que se

Deposita nas chaminésdos fornos e até na palavra antiquada que nos veio dos semitas, árabes e 

Hebreus, fiquei desvalorizado nela, perdi o tino de experimentado; perdio o senso de ajuizado e

A alcunha de prudente, não recebo mais com orgulho de cadmo, e embaraei-me nos fios do cadilho,

Nas franjas a que se atavam outras para a tecelagem do tapete cadencioso, que voa cadenciado,

Em busca da estrela cadente; do sonho do cadeireiro, do fabricante de cadeiras e do transportador

De cadeirinha, que no antigo meio de transporte, transportava sua rainha; seu cade de zimbro e

Pinho, que com o passar do tempo, o corpo já cadaveroso, o rosto que tem o aspecto de cadáver e

Ainda vivo por ironia do destino, é chamado de morto, de defunto, de fígado que o excesso de álcool

Cadaveriza; e que a mulher influencia ainda mais no cadaverizar, na ação e no ato de reduzir a

Cadaverizaçãona única coisa digna à humanidade; é pouco, se todo o nosso futuro, for só esse

Cadavário, que Deus tenha piedade de nós, que retire a nossa catarata dos nossos olhos e impeça

A catástrofe nas nossas vidas; inclua os nossos nomes no catálogo dos bem-aventurados e cure 

Nossas inflamações com a cataplasma do seu ohar e engorde o nosso porco com milho de cateto;

Faça a nossa catequese na moral, no respeito e nos bons costumes, a afastar-nos do mal católico

E a tirar o catarro crônico do nosso peito; tudo com posição de ordem superior, com conformidade e

Sem oposição e que cada um de nós tenhamos a nossa função, como o prefixo grego katá, pelo

Latim vulgar cata e movimento do alto para baixo; e quando Deus me der o dom de escrever igual a

Caçamunga, uma vespa venenosa, e que faz barulho, como significam os elementos da palavra caa,

Vespa; sununga ou sininga, já a verdadeira grafia é cassununga ou cassininga; encherei a caçonha

De veneno ferino e usarei todo o conteúdo da caçoila vespal para ferroar os injustos, os impuros, os

Incautos e estriões; encherei de palavras úteis a boca de quem tem mau hálito, para tirar a futilidade

Do cacóstomo, e corrigir a cacosmia, a degeneração do sentido do olfato, na qual aprecio os maus

Odores do cadáver e relato como desagradáveis os odores normais; gosto de mau cheiro da sarjeta

E do esgoto, a cascomia que faz preterir o aroma da rosa  e preferir o cheiro mórbido das cavernas,

Das campas e das catacumbas; preferir o cacólogo de pessoa que se expressa erradamente, que

Não obseerva a gramática e ganha milhões devido a outros dons: futebol, pagode, vira milionário

Cacológico, tem erro de expressão, falta contra as regras da língua, fala com o solesismo da cacologia

E ganha milhares de cobres ao vender bem caro o dom e a qualidade herdados da natureza.

 

Destinado a ter o futuro;

BH, 0401202000;

Publicado: BH, 0150802014.

 

Destinado a ter o futuro de cabaneiro, de pessoa que faz cabanas e reside em cabana, se até hoje não

Adquiri casa própria, o que resta-me é ser choupaneiro; levar vida de rancheiro, igual ao maloqueiro,

Que tem o cesto grande de vime e de taquaras, cheio de bugigangas, para vender ao cabaratier, que

Tem cabaré em beira de estradas, e anima as danças, e os jogos amorosos entre os fregueses e as

Cortesãs, que trabalham para atrair lucros em cumplicidade com o cabaratiê; e que com o pagamento

Que faz a elas, não enche nem o cabaz, cesto de vime ou de junco, ou de taquara e samburá, a cesta

Do cabazeiro, o que faz e vende cabazes, de cabeça-dura que é, de turrão opinático, custa e entender

As coisas; eu, já até acostumei-me com a minha cabaeça inchada, sou uma pessoa amolada, de alma

Desgostosa e que vivo com ciúmes da morte, que leva todo mundo e não me leva; sou um torcedor de

Clube que perdeu e um partidário político derrotado e a fruta que é gerada por mim é pior do que a 

Araticum, cabeça-de-negro; e qualquer soldado semianalfabeto, militar desqualificado, cabeça-seca,

Despreparado, anda a dar-me foz de prisão, tudo por que carrego sempre vazia, a parte mais nobre e

Mais alta e mais expressiva do corpo humano, a parte superior de mim, se um vácuo e quase sempre

Maior e cheia de legumes, plantas, objetos, alhos, cebola, pinhões, bastões, bengalas e dedos; pela 

Semelhança mais ou menos esférica, de borbulhos, de pregoe e pela influência e direção que nos vem

Do cérebro, quem o tem, comanda o casal, é o marido, da revolução de um movimento qual ao chefe,

Onde começa o rio, a montanha, tem o crânio iluminado e na linguagem do povo, o cocoruto de gênio;

O coco recheado, a cachola que funciona, com cachimônia dheia de cerimônia, o alto da sinagoga em

Eterna meditação; o morro do piolho não só para criar piolhos e o caco do sul dá ao do norte o apelido

De cabeça-chata, por causa da conformação, o importante, porém, é deitar no cabeçal em paz, chegar 

Na cabeceira da cama e sonhar, repousar no travesseiro não tem pesadelo, com o cabeceiro, o indivíduo

Que descarna as cabeças dos animais abatidos para consumo, a rachaá-las e a tirar-lhes os miolos; e

Foge no sono para mar tranquilo, mais rápido do que a cabeçuda, o cágado Podocnémi dumeliana,

Semelhante ao tracajá; e ao aocrdar, trabalha tanto quanto a saúva e voa livre como um pássaro e do

Pequeno cabo de areia que se forma junto à foz dum rio, o cabedelo, põe movimento violento de cauda

De cavalo de agitação de cabeio no coração; porém, eu que já perdi a cabeladura, que a cabeleira já caiu,

A guedelha ficou unitária, e o conjunto dos cabelos, vazio, a cabelama de avis rara, não trago cabeo-nas-

Ventas, nem brio de pessoa valente; de ação de mente desabrida e que diz na cara dos outros a sua

Opinião, mesmo que seja rebelde e insubmissa; e tenho que conformar-me, a minha herança é não ter

Cabelo-no-coração, espirito corajoso, destemidoe audaz, se tivesse, seria pelo menos protetor da cabeluda,

Árvore que produz frutos pequenos, amarelos, semelhantes às uvaias, cobertos de tênue penugem, daí a

Advir o nome , pertencem à família das Mitárceas; e do jeito que sou, não tenh aceitação nem por mim, não

Sei aproveitar a portunidade, o que digo não tem cabimento e o que escrevo, não tem cabida e nem cabila,

Natural ou habitante da Cabília, Argélia, se interessar em ler o que escrevo; é que guardo bem no fundo do

Baú, com medo do vexame público, da crítica da cabilda, designação genérica de várias tribos da África

Setentrional, juntamente com a cabinda, do território africano; a cabis da humanidade, da corruptela do latim

Capitis, genérico de caput, o berço de toda criação do homem, desde milhares de anos atrás; e agora, vamos

Ouvir a cabissalva, a ave de rapina, a cabeça branca do Prêmio Nobel de Literatura, José Saramago, que deita

Falação para elevar o nível do Programa do Jô, na TV GLOBO, que nada nos falará. 

 

Hipócrita;

BH, 0501202000;

Publicado: BH, 0150802014.

 

Hipócrita, como fugir desta alcunha, deste hábito de fingido, de comportamento de cabistorto? até um 

Cabochão, a pedra preciosa polida, mas não facetada, tem seu dia de broche, de botão, tem seu valor

Precioso de cabuchão, nome importado do trancês cabochon; e ai, aí pergunto: e eu? que esperança

Tenho? que herança vou deixar? perderei a crueldade que habita meu ser? não, perderei, sim, o meu

Cabochismo, o sentimento de cabocho, o conformismo que trazia em mim; não serei mais o cabocó, o

Carneiro da Rua do Pau Velho, a levada, por onde se despeja a água que sai dos cubos das rodas dos

Engenhos de moer cana-de-açúcar; não serei mais o cobocó ou o covocó ou o cavouco e o procurado

Queijo pela variedade e qualidade; e mandinga não adianta, não acaba om a tal da ruindade humana, e

O feitiço de patuá, de saquinho com uma oração escrita, que se dependura no pescoço, o bentinho

Caborje, também não faz efeito contra toda a designação maligna, visualizada nos quatro cantos do

Planeta; é preciso fazer com o mal, o que se faz com o caboje, a parte dos gomos extremos da cana-de-

Açúcar, que se inutiliza, a fim de apressar a germinação dos brotos, e nós deveríamos, também, aprender

A apressar-nos para salvar o mundo do caborjeiro, o feiticeiro de toda a injustiça, o mandingueiro de toda

violência, miséria e pobreza e desgraça espalhadas pelo caborjudo, que fala que tem o corpo fechado; o

Valentão que não respeita nada no universo, só sabe cabortar a mulher, cabortear o homem e proceder

Como caborteiro com as crianças e mentir em suas andanças pelos caminhos e estradas dos cosmos; e age

Igual ao animal que usa de carboteirice, o indivíduo carboteiro, que faz da cabortice o ganha pão de cada dia;

É a prece do velhaco, a reza do manhoso, que vive de expedientes malignos; o cavalo arisco, velhaqueador,

Que não anda direito, e só falta jogar ao chão o montador, com a corrente de cavorteiro, com a ação de

Cavortice, a cavorteiragem que afasta o que confia e dá mais segurança ao que quer cavortear o ingênuo, ao

Marinheiro de primeira viagem e que pela primeira vez vai cabotar; outra coisa que preciso aprender, além de

Perder a crueldade, é a de deixar de cabotinagem, de vida e de costumes de cabotino, que fala de si próprio;

E para fugir do desemprego que ameaça-me há tanto tempo, trabalharei como caboucador, para ganhar salário

Abaixo do mínimo como cavoucador; e caboucar muito para comprar o pão, e cavoucar muito mais ainda para

Comprar o leite, e no fim da vida, no sossego dum cabouco, duma escavação aberta, como se fosse para alicerce

De uma construção; abrir a minha cova, o fosso onde depositarei os restos podres dos meus restos mortais, e

Quanto a alma, o espírito, o lugar é o vão em que gira o rodízio do moinho; se tal caboriqueiro não mereço o céu,

Como cavouqueiro não mereço o inferno, mereço só guardar a cabralhada, o grupo na encosta da colina, o rebanho

De cabras no verde da relva, e de castigo, a prisão de cabramo; ao teu coração, a peia para amarrar o pé do boi a

Um dos galhos para que não fuja; não precisa gastar dinheiro com o cabresteiro, com o fabricante e vendedor de

Cabrestos, sou animal já manso e que obedece ao simples cabrestilho e procuro sozinho o cabril, sei o caminho do

Curral, volto ao aprisco, à mangueira, onde se recolhem as cabras; e ao cabriteiro, aos pastos de cria de cabritos, e

Já na velhice de cabritino, sem as qulidades e semelhanças de humano, perco o cabritismo na inquietude contínua

Da agitação  e da disposição para saltar e pular e aguardo pacientemente com o meu cabrum, odor próprio dos

Bodes, da pele curtida caprina; e o prego, o gancho, a cabula onde sou preso para o abate: e demonstro não ser

Um cábula, um mau estudante, um fujão da lição, que não comparece às aulas; e orgulha-se de ser cabulador, o

Gazeteiro enforcador, que tem o defeito da cabulagem, a falta de exemplo na cabulice do cabulador, que mais

Tarde, no vim da vida, no banco dos réus, ai, aí sim, se arrependerá por cabular, por gazetar e enforcar as aulas,

E o professor fala: é tarde demais.

 

Muito obrigado;

BH, 02701202013;

Publicado: BH, 0150802014.

 

Muito obrigado, Divino Espírito

Santo de Deus; não me deste a

Fé, e a ousadia, e a audácia , e

A coragem de Davi, mas me deste

Uma mãe, que tem a fé, e a

Ousadia, e a coragem,  e a audácia

De Davi; muito obrigado, Divino

Espírito Santo de Deus; não me

Deste a sabedoria de Salomão,

Mas me deste uma mãe, que tem

A sabedoria de Salomão; muito

Obrigado, Divino Espírito Santo de

Deus; não me deste a força de

Sansão, mas me deste uma mãe,

Que tem a força de Sansão; muito

Obrigado, Divino Espírito Santo de

Deus; não me darás a lomgevidade

De Matusalém, mas me deste uma

Mãe, que já é tão longeva quanto

O Matusalém; o que me causa

Muita alegria e felicidade, e

Ouvir a voz de minha mãe a

Abnçoar-me, é como se eu nascesse

De novo todo dia; muito obrigado,

Divino Espírito Santo de Deus,

Pois fui consagrado a Ti, e sem

Merecer, recebo dessa dádiva, que

É a minha mãe, tua serva,

A promessa duma vida melhor,

De despertar para um futuro de

Prosperidade, o que é toda a vontade

De minha mãe para mim; muito

Obrigado, Divino Espírito Santo de Deus.

 

judo ? 



Escrito por Ivanovitch Medina às 18h59
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   Penso que não vou mais; BH, 0140602006.

Publicado: BH, 0120802014.

 

Penso que não vou mais pegar numa pena para escrever, porém, depois de ler ensaios a 

Respeito de João Guimarães Rosa, e à aproximação do Bloomsday, a homenagear James

Joyce, fico com pena de mim, pelo tempo que não mas escrevi, e hoje, estou aqui, papel

E pena, letras e palavras diante de mim; e deito fervoroso, com o mais nobre pensamento

Que tem o fervor, com o lado mais fervente da mente, onde passo por dedicado escritor,

Zeloso escriba de veemente inspiração e peço a Deus a mais alta excitação, que a inspiração 

Pode chegar, e clamo a maior ebulição da fervura da criatividade, e meu sangue chega ao 

Estado de um líquido que ferve, meu cérebro é só alvoroço, licencioso até, obsceno, burlesco,

Com tudo de um ser fescenino; e só faço da escrita uma festa, talvez nem seja para mim, e

Faço das letras uma farra, das palavras, divertimento, comemoração, contentamento para o

Meu coração e solenidade para a minha felicidade e regozijo; sou totalmente contrário ao

Paulo Coelho, quero ser feliz e faço questão de ser feliz, parecer feliz, e quero festança, e

Grande divertimento para o povo, e festa ruidosa para todos e a total felicidade, mesmo que

Dure pouco, mas, que dure o tempo de um festão só; e quero noiva de grinalda e ramalhete,

De ornatos em forma de grinaldas sucessivas em todos os lugares, o festar em todos os

Corações; quem quiser divertir-se, regozijar-se, rejubilar-se, tomar parte desta escrita, desta

Festarola de folguedo, e ser um ledor festeiro, divertido, folião, frequentador de textos, como

Aquele que faz ou dirige uma festa, leitor festejador, que deixa as letras sublimarem, que

Deixa as palavras louvarem; e deixa o verbo aariciar, a letra sondar, o poema aplaudir, a poesia

Comemorar, a ode celebrar e a honra festejar a ópera. a cultura, todo tipo de festejo, de 

Festividade, carícias, e galanteios; e tiros, só de festim, balas, só as que produzem estampidos,

Sem levar carga mortífera, e, banquete com tosos os convidados, comidas e bebidas, grande

FEstival, cortejo cívico de verve artística; e festividades religiosas, regozijos de igrejas, não me

Importa, tudo o que for próprio do alegre, do festivo e do que não carrega nada de Bush, George

Walker Bush, Bush não tem nada de festo, o baile de Bush é o de sangue, a farra é a de cadáveres,

E o divertimento de Bush, é o de jogar bombas em crianças, mulheres e homens; pensei que só

Iria falar de coisas falar de coisas boas e estou aqui a perder tempo com loas iguais ao Bush, arre,

Bush é menor do que a largura de um tecido qualquer; vale menos do que uma dobra de pano, de

Uma peça ao meio do friso das calças, e não tem nem vinco com o nosso festonar, com o nosso ornar

Com festões e o engrinaldar das tardes de verões nas festnadas, tipos de grandes festas em pinturas

Ou em esculturas; e começamos a viver desde a condição de feo? desde o estado fetal? ou tal o terreno

Ou o campo em que crescem fetos, nomes genéricos de numerosas plantas criptogâmicas: sambambaia,

Feto-macho, planta medicinal e os fetos-machos; aqui o único fetiche que vale é o fim da hipocrisia, o

Ídolo africano é o próprio povo da África, o manipanso, o indivíduo muito gordo, é o nosso rei momo, ídolo

É o puerrot, amuleto, o arlequim; fetichismo é o da colombina, e nonada de culto de certos objetos

Inanimados, q que se formou a crença de estarem ligados aos espíritos e que passam a representá-los

Simbolicamente; e nonada de partidarismo faccioso e nem subserviência absoluta ou a perversão que

Consiste em amar não a pessoa, mas, uma parte dela ou dum objeto de uso dela, e nonada de fetichista,

E de feticídio, como o aborto provocado ou o feticida, da pessoa que provoca a morte do feto; nonada ao

Que causa graveolência, má exalação, mau cheiro e fetidez da alma e do espírito e do pensamento ou da

Criação; de mau odor, não quero nem saber, e do fedido, passo longe, distante do graveolente, do ser

Fétido, e, só amar, desde que se é ser vivo, enquanto não sai do ventre materno; e amar desde que se é 

Ser vivo a partir do terceiro mês de vida intra-uterina; e amar desde que se é embrião, germe, semente,

Raiz, fruto, pomar; é assim que em fevereiro, segundo mês do ano civil, februarium, tem o carnaval, pois é o 

Mês consagrado às purificações, na februa e os três dias de folias e brincadeiras, de felicidade e de fantasias,

De emoção e ilusão, curam de qualquer um a depressão e ainda impedem o suicídio e outras infelicidades que 

Queiram abalar o nosso frágil caminhar de humanidade. (Belo Horizonte, noite.)

 

Psso a vida a procurar;

BH, 0401002001;

Publicado: BH, 0120802014.

 

Passo a vida a procurar, um escore favorável a mim, e mais positivo do que um resultado de 

Uma partida de futebol; e maior do que uma contagem infinita de números, pois, preciso

Deixar de ser um resumo e de ser uma figura reproduzida em menor escala do que o 

Natural; ainda sou uma figura na menor redução das dimensões de um desenho, e passo a 

Vida a procurar, um escorço no qual eu possa me enquadrar, para não despojar a verdade

E nem roubar a realidade cotidiana, que tento sobreviver; deixo-me maltratar por flagelos, 

Deixo-me ferir por castigo, descascar minha pele por penitência, e escorchar-me em nome

Duma religião, que promete-me uma vida espiritual escorchante, uma salvação que escorcha

E que transforma-se num preço muito elevado, como dalgum objeto material e não celestial;

Não acredito em alguém que promete resumir o céu, para aquele que aprender a escorçar a

Alma aqui na terra; não acredito em alguém que pega como eu o escorbuto, a mesma moléstia

Causadapela carência da vitamina C, espero que só Deus venha amparar-me, penso que só

Deus pode firmar meus pés, suster meu corpo e apoiar meu espírito; e me segurar com escoras,

E escorar minhas costas do peso da tentação; Deus é o meu esteio, arrimo, a peça de amparo, a

Escora do meu coração; é com escopro, o instrumento de aço para lavrar madeira, pedras e

Metais, que Deus moldará a minha mente, meu cérebro mórbido, de matador, que usa escopeta,

Espingarda antiga, de cano curto e age sempre à traição; mas, quando Deus esoimar meu ser,

Livrar de coima e censura o meu ente, e limpar a minha mente, deixarei de dar coices igual a uma

Besta quadrada, terei o comportamento dum lorde escocês; a postura dum sir natural da Escócia,

E todo mal irá escoar de mim; sentirei deixar correr a maldade, como um líquido, lentamente, e a

Ruindade escorrer pouco a pouco, e no decorrer de um tempo, filtrar meu fluído, e desaparecer

Completamente, todo o vestígio do que eu era antes; e me recuperarei neste escoadouro, lançarei

Meu escoamento neste lugar, neste cano por onde se escoam água, líquidos e outros dejetos; e

Do pranto que me seca, pararei com uma esclusa, e não será mais possível qualquer escarnificação,

E o inimigo não irá mais escarnificar-me; e nem escarnicar do que sou, ou escarnecer o que fui, com

Escarnecimento do que serei; e cessará o menosprezo, cessará a zombaria, terei força e fé para 

Enfrentar quem vier fazer escárnio; terei coragem para enfrentar o escarnecedor, que vier zombar de

Mim; não terei mais medo daquele que escarnece, conseguirei investigar, então, a causa da covardia,

Que causa-me prostração, não será mais preciso, rapar a pele antes de curtida, e nem descarnar, ou

Escarnar a carne, que antes era podre; agora, já está restaurada, o escarnador não é mais útil, a

Escarnação é fútil, acabou-se o desengano, findou-se a repreensão, não merecerei mais castigo, me

Livrei do escarmento, valeu a pena ganhar experiência à custa deste sacrifício; já sei repreender com

Energia o ímpio, já sei castigar o injusto, é só escarmentar a mim mesmo, quando precisar.

 

Podem martirizar-me;

BH, 0301002001;

Publicado: BH, 0140802014.

 

Podem martirizar-me, confesso, mereço-o, podem lacerar as minhas carnes, já estão podres e

O escarnificar-me, para mim, não representa nada; sou vítima dum escarninho, tudo em mim

Reflete no que há de escárnio; sou vítima constante dum escarnimento, perseguido por um

Escarnecedor, e só assim penso que irei pagar as minhas faltas; só assim pretendo um dia

VEr-me livre dos meus pecados, erros e falhas; só com muito escarmir e com mais escarnecer,

Fora disso, o castigo de subir uma escarpa, a carregar um rochedo, encosta íngreme acima, e

Do alto do escarpado, ver a rocha despencar e ter que buscá-la de novo, para outro escarpar;

E para o próximo cortar, e de certo enfiar a mão na escarradeira, no vaso qm que se escarra,

Onde é depositado o escarro coletivo, e retirar a moeda suja e todo aquele que vier escarrar,

Mesmo o o indivíduo muito parecido com outro, lançar na minha cara o seu excremento; sou

Contido por natureza, submisso, não sei nem escarranchar-me ou assentar e montar a abrir

Muito as pernas; não sei escarrapachar-me, nem cair ao comprido, ao estatelar-me de cima

Do meu de meus pés de barro, caio sempre de ponta cabeça, mesmo sem ter cabelo para

Pentear e nem mistério para desvendar e nem história para escarrapichar; nãoa fujo de quem

Quer escarrar no meu rosto, e todo aquele que vier expectorar na minha face, darei o outro

Lado; é expelir o escarro em todos os lados da minha car, a usar toda matéria mucosa que se

Expectora do peito, pois, sou uma coisa, uma pessoa desprezível; uma madeira que não serve

Escarva, para encaixe por onde se unem duas peças de carpintaria; o escarvador não escarva 

No meu nó, o instrumento para escarvar, para carvar superficialmente, não faz efeito na minha

Matéria endurecida, pois, começa a escassear em mim os sentidos, e tornar-se escasso os meus

Sentimentos e a falta de elementos; morro pela escassez de capacidade, pelo poder escasso da

Qualidade, de competência, e sinto que há pouco em mim de vontade e é mais raro ainda o

Ânimo; já fui incluído várias vezes no tratado acerca dos excrementos e nomeado na doutrina

Das coisas que deverão acontecer no fim do mundo, pois, meu destino é escatológico e a

Escatologia é a minha ciência; e no futuro, na escavação que virá no fim dos tempos, não encontrarão

VEstígios meus, no desentulho geral, meus simulacros estarão desaparecidos; e será em vão qualquer

Investigação em busca de meu fóssil, podem partir em cavacos meus ossos, podem escavacar meu

Esqueleto e investigar e escavar meus restos mortais: só encontrarão o oco, o pó, a poeira do

Escaveirado, o pó muio magro, o osso descarnado; olho no espelho e estou semelhante à uma caveira,

Nada mais poderá escaveirar e nem escaxelareste mendigo; a parteira, vi-o alquebrar-se ao naxcer, o

Legista, vi-o desconjuntar-se ao morrer, rescindir a morte da vida, separar a vida da morte; cortar a 

Alma do corpo, escindir o espírito do ser e esclarecer o ente, no claro pensamento, no compreensível

Da mente, noexplicar da memória, alvorecer a lembrança; e informar o ocorrido e instruir o ignorante,

Levá-lo de encontro ao raciocínio, e podem zombar, quero deixar douto o cadáver e dotado de ilustração

O cego e de esclarecido o estúpido; podem rir, mas quero o esclarecimento para todos, uma explicação

Lógica, uma elucidação racional, uma informação completa; não tenho medo de esclerosar-me, tornar-me

Um escleroso, de crônica esclerose e qualquer endurecimento dos tecidos e dos vasos orgânicos, em 

Virtude de moléstia, podem falar, mas a pior moléstia é a falta de virtude, e não a esclerótica, a da 

Membrana externa do globo ocular.

 

Tirar cestas básicas;

BH, 0501202000;

Publicado: BH, 0140802014.

 

Tirar cestas básicas de população de baixa renda, de mães e de pais sem empregos, de pessoas 

Sem comida, é cachorrismo, é ação má , de canalhice e de indignidade: só mesmo a nojenta 

Cachorrada de Brasília é capaz de cachorrice de tal espécie; abomino tanto baixio, tanto escolho,

Tanto obstáculo perigoso, que impedem o rapaz, o moço, a uma vida de perspectiva melhor; 

Penso que o cachopo em Portugal, tem sorte melhor do que aqui, aqui é um cachoeiro de 

Problemas sociais, uma cachoeira de drogas, de delinquência, duma FEBEM a cachoar na revolta,

A escachoar na rebelião, e borbulhar com o mesmo encontro que faz a água de encontra a um 

Rochedo; no congresso sinto só a cachinha, o conluio contra o povo, o rir, o gargalhar

Excessivamente, o cachinar, na cara do povo atônito, com a corrupção e a roubalheira; no 

Governo só a cachinada, a gargalhada da barriga cheia, o riso da hiena, a vaia aos trabalhadores,

A arruada ao salário mínimo e o aumento dos próprios salários no executivo, no legislativo e no 

Judiciário; ao povo a cachia, a flor da esponjeira, ao cacheiro que se esconde, como um ouriço, à

Burguesia, à elite, tudo; ao povo, na cabeça, cacheira e cacete e que vá todo mundo para Cacha

Pregos, localidade muito distante, é só ir para cacha-pregos, ir para muito longe, e não ficar a chorar

Nos ouvidos dos governantes; ninguém aguenta mais choradeira de povo, nem a vila situada numa

Das extremidades da ilha de Itaperica, Bahia, antigamente chamada Ponta Alegre, cuja grafia

Apropriada seria Caixa-Pregos, mas tradicionalmente manteve-se Cacha-Pregos; e não paro de

Teimar, governo para mudar, e para resolver os anseios populares, só na cachaporrada; se cada

Deputado levasse na cara uma cachamorrada, se cada senador levasse na cabeça uma cachaporra,

E cada ministro uma cachamorra, o presidente uma pancada bem dada, o vice uma cacetada, o

Prefeito uma paulada e o governador uma bordoada, com cacete, bordão, bengala e cajado, garanto

Que a situaçãoseria outra; até o comportamento da polícia mudava, porém, desde de criança só vejo

O meu povo apanhar, levar porrada, tapa na cara, ser despejado, viver sem escola, sem educação,

Sem saúde, sem habitação, sem transporte, sem comida, sem remédios, sem empregos, sem cestas

Básicas, tudo por cacha da classe dominante; tudo por ardil da classe esploradora; tudo po engodo

Da minoria privilegiada, coisa tem que mudar e para mudar o povo deve aprender a cacetar, a espandar

Político, a bater em ministro, a prendê-los todos numa caceia, num conjunto de redes, que amarradas

Entre si, os barcos de pesca, atiram no alto-mar pra que morram afogados; aí, garanto-lhes, que a coisa

Muda, o povo será respeitado, a riqueza será dividida, a renda chegará a todos, a terra ao MST, a comida

Ao sem comida ; dê tempo ao cacauzeiro e ele dará bons frutos, regue bem o cacaual, a plantação de 

Cacaueiros e colherá belos frutos, e o dia em que o povo aprender a agir, igual a um caça-toperdeiros,

Pequeno cruzador destinado a perseguir torpedeiros, nunca mais colecionará cacaréus; nunca mais terá

Muitos cacos por paga, a coisa precisa mudar e ser levada de arrasto, por uma caçareta, uma espécie de

Rede, e num efeito barulhento, num chocalheiro de cacarejador, de galo que cacareja a tomar conta do

Terreiro, botar os donos do poder e seus cacarecos, seus trastes e utensílios velhos e a cacaria mental

Longe do domínio sobre a nação e tirar o tímbre de cacaracá de pouca monta de insignificante, com que os

Poderosos gostam de tratar a nossa liberdade; e como um cação, um tubarão dos Elasmobrânquios

Seláquios, deparedar com o mesmo instinto do predador dos mares, os arruinadores da nação: e nesse

caçanje, nesse dialeto do português falado em Angola, nesse texto mal escrito e mal falado, quero deixar

Claro que não sou conivente com a violência, deploro-a, porém, exitemalguns ferros frios, que só bem

Malhados que se endireitam e assim é a corja que aboletou-se no poder hoje: pua nela.   



Escrito por Ivanovitch Medina às 14h44
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   Se tenho paciência; BH, 03090202007.

Publicado: BH, 070802014.

 

Se tenho paciência para escrever, alguém um dia, também terá que ter paciência para ler;

Se não sou um "vir bonus dicendi peritus," um homem bom, perito no falar, como na 

Definição do orador dada por Catão, imagina na arte mais difícil, que é a arte do escrever, 

Que exige mais fundamentos e conhecimentos, do que outras; tento diferenciar, mas é 

Impossível, já dizia o nosso Ovídio: "video bona proboque, deteriora sequor," vejo as 

Coisas boas e as aprovo, mas sigo as que não prestam, e até hoje o homem continua a 

Ser assim; vide a história, vê os compêndios, confira os fragmentos, equipara o passado

Versus o presente, e o futuro, e irá de contra tudo que aprendemos, aceitamos e

Concertamos com o berço da nossa civilização; a continuidade da nossa saga, só depende 

De nós e só a nós nos cabe o podermos ter o desejo de preservar ou de continuar a nossa

Novela; penso que não podemos ignorar o partido que nos é reservado na continuidade da

Preservaçao da espécie; então, se alguém tem algo para dizer, cabe a nós escutarmos, se

A outro o legado é escrever, cabe à outra parte ler, com paciência e consideração; não

Vivemos automaticamente, não escrevemos por psicografia, tudo em nós é pensado, e

Raciocinado; imagino em mim, que, por psicografia, não escreveria, não sou médium e nem

Metafisico e nem poeta e nem filósofo e nem político; esmoreci, amei outro homem, perdi o

Tesão por ti, no outro dia quando te vi, assim, disse ela para mim, e ainda a querer a me 

Fazer sorrir; chorei de desgosto, amargura e dor, uma mulher é um amor, e empre será 

Uma mulher, um amor, quem quiser que chore por outra coisa, que chore por alguém, ou 

Uma coisa, ou um caso, ou um causo, choro por uma mulher, seja uma prostituta, uma freira,

Ou uma mãe, seja uma branca ou uma negra, desde que seja uma mulher, será digna de

Minhas lágrimas, sou um espírito assim, sou um fantasma assim, sou u simulacro de homem

Assim; o cenotáfio do homem é o próprio homem, e Deus não tem pena, Deus não tem

Misericórdia, caridade, bondade, se existe algo, que Deus tem o prazer de leva à catacumba,

É o homem; depois que o fez, e viu o que tinha feito, viu que não dava, e só o que restava

Era o túmulo, a sepultura indiferente e o jazigo perpétuo, e Deus não se arrepende quando

Destrói o homem e tudo o mais que construiu; e se quisesse, tirava o homem da miséria e da

Desgraça e da pobreza, mas, parece que interessa a Deus, como interessa a um político,

Manter o homem no cabresto, como um ser rendido e entregue à sua própria sorte, destino

E dimensão e não adianta promessa, nem cultos, nem cânticos e nem orações; não adiantam

Novenas, nem missas ou procissões, Deus sumiu do mapa e deixou o homem na mão, por isso

Que o mundo é fome, é guerra, e dores, e é destruição, ingratidão; o Papa vai canonizar um

Brasileiro, quem é o Papa? não passa dum comedor de feijão, desde quando um fisiológico

Canoniza ou santifica outro fisiológico? só mesmo com a ausência de Deus; só mesmo com o

Sumiço de Deus, se Deus estivesse presente, não precisava de Papa para vir enganar a gente,

Mefistofélico, próprio de Mefistófeles, diabólico, é assim que ficou o mundo, ao deixar o homem

Com ar sarcástico, e de cheiro nocivo, cheiro de podre, cheiro de algo pestilencial, mefítico mesmo;

Vide o Bush, George Walker Bush e seus seguidores, e creio que assim continuará com os seus

Sucessores; o caule na parte interna do cilindro central tem a sua medula, depois vem a medula-osséa,

Tecido que enche a cavidade dos osso, e ainda a medula-espinhal, parte do distema nervoso central

Contida na coluna vertebral, e a supra-renal, parte interna da glândula supra-renal; só eu que naci sem

Medula, sem a parte mais importante, a íntima, essencial, e é por isto, que o que escrevo, não encontra

Leitor, nem em mim; nem eu mesmo tenho paciência para ler eu mesmo, e não são me deixes e nem

Esquivanças ou desdéns fingidos, ou é a pura mateologia, estudo inútil de assuntos superiores ao

Alcance do sntimento humano mateológico, jà que sou um mateologista de escrita de mateotecnia cheia

De ciência vãs e fantásticas, e, jamais poderia ser moderna, revolucionária e ter importância ou qualidade

De obras surrealistas; sei que estou a registrar algo neste papel, mas, não vem de mim, deve ter passado

Por mim, pois, minha cabeça se encontra inteiramente vazia, e, tenho a noção de não ter formulado um

Pensamento com noção que seja, e, tenho a razão de não ter nenhuma razão neste momento deste papel.  

 

Às vezes gosto de perguntar;

BH, 03101020202007;

Publicado: BH, 080802014.

 

Âs vezes gosto de perguntar, sem saber a quem, o que vai ser da minha vida? da minha vida todos

Sabem maid do que eu, e não tem sentido e nem direção; vida supérflua, cheia de futilidades e

Bastante superficial, um diário vazio, sem a imagem da dignidade e do caráter edificador; me

Preocupo comigo, sou o centro das minhas atenções e penso que sou o único, que às vezes gosta

De perguntar, sem saber a quem, o que será da vida dele; somos bilhões de zumbis assim,

Espalhados pelo mundo, somos bilhões de mortos-vivos, em todos os cantos do planeta, com

Nossas almas e espíritos e fantasmas perdidos no limbo e esquecidos nas solidões dos castelos

Medievais, e dos navios abandonados nos portos longínquos de mares desconhecidos; o que

Será da minha vida? alguém aí, sabe me dizer? não quero ser o pior dos seres, o que não tem

Salvação e nem é necessário em lugar algum e nenhum; quero ser fértil também, fecundo igual a

Um artista cerebral, o que será da minha vida vegetal? mamãe, papai, meus irmãos, todos dispersados

Com suas próprias interrogações; todos envolvidos com seus próprios projetos e planos, só eu sobrei

E sou este engano; se ainda tivesse vontade própria, força de vontade de potência e algum tipo de

Poder ou sentido desenvolvidos, tudo já estaria resolvido, não viveria tanto nas sombras e carregado

De sombras de dúvidas; penso em alguma coisa e me vem logo temor e tremor e terror, penso em  

Buscar um pensamento superior, que me eleve à condição de homem e me vem logo tudo aquilo que

Não desejaria que viesse; me vem à tona tudo que não presta e está escondido na profundidade de

Mim, profundidade, está, que nem sei mesmo se é profundidade, de tão raso e rerefeito, de tão à flor

Da pele e ao vivo, que nem sei se tenho fundo, nem sei o que digo; passo o tempo escondido, por 

Ridículo e oculto, sotão, pórão, esgoto, gueto, vala negra, é assim que se encontra o meu coração; o 

Futuro é pior do que a previsão para o futuro do planeta, alguns cerebrais pensam e se preocupam

Com o futuro da Terra, nenum cérebro pensa em mim e se preocupa comigo, inclusive o meu, que

Capenga devido a cerebrastenia, ao esgotamento por tanta futilidade e ao cansaço por tanta

Inutilidade; e o que me envergonha é ue todo mundo pensa que sou digno de pena e que preciso de

Caridade, o que me deixa abatido é que todo mundo pensa que quero que todos tenham comigo o

Sentimento da bondade; me dão esmolas e dinheiro, me dão ajuda e cesta básica, me amparam e me

Consolam e querem fazer tudo por mim e assim roubam a minha dignidade, matam minha cidadania e

Exterminam minha soberania; não tive uma profissão, nunca tive uma profissão, jamais aprendi uma

Arte ou um ofício, passeia maior parte da vida, envolvido com estas letras e estas palavras que não me

Levam a nada; passei o tempo com estes pensamentos, que uelaquer onda do mar joga de volta pra

Mim e o vento arrasta para os cafundós do do seio dos desertos; onde estão as minhas ideias, já que

Todo homem tem que ter pelo menos uma ideia? ideal, onde está meu ideal, pois, todo homem tem um

Ideal, dizem até que nascções caem e um ideal jamais cai, e, até hoje, não tenho notícias do meu; tudo

Em mim desapareceu ou já nasci totalmente desaparecido, Nossa Senhora Aparecida, apareceu, foi

Abandonada nas redes dos pescadores, virou santa, padroeira, construíram para ela uma cidade e em

Pouco tempo, virou padroeira do país, sem mover uma palha por ele; não estou a invejar e nem a almejar

O lugar dela, só creio que ela deveria fazer alguma coisa a mais por nós, para merecer a nossa devoção;

Aqui, criança tem trabalho escravo e menina com a exploração sexual infantil vira prostituta, antes de ser

Criança e de viver a infância; aqui, a miséria assola, a pobreza é infinita e o tráfico é a esperança dos 

Meninos, aqui, onde o estado é ausente em todas as áreas, eternamente ausnte, e infinitamente 

Insuficiente; aqui, é desemprego, o salário injusto, a justiça inexistente, a burguesia corrosiva, a elite

Indiferente e uma categoria de classe política, que, é só formada de párias e parasitas e outros insetos

Mais; aqui, não adianta perguntar o que vai ser da nossa vida? aqui, nunca obteremos respostas para 

As nossas perguntas, quem conseguir sobreviver, executar algum projeto individual, parabéns, quem 

Conseguir chegar ao fim da linha, sem ser apanhado pelo trem, parabéns.

 

Tenho muitas coisas;

BH, 0300102007;

Publicado: BH, 080802014.

 

Tenho muitas coisas para dizer, mas sou mudo e não sei falar por mímica, tenho muitas coisas

Para escrever, mas o tempo passou, e não aprendi a escrever e nem a ler; e quem é que dará

Ouvido a um mudo? e quem lerá um analfabeto? o tempo, a carroça passou, passou o bonde e 

O trem e fiquei estendido, tal qual um toloa esperar um riso; fiquei om cara de bobo da corte e 

De palhaço em picediro a esperar as gargalhadas alheias, se ainda fossem de reis e rainhas, e

De heróis e nobre, mas, não, eram gargalhadas de deboche e de sarcasmo, de vergonha e de

Humilhação, é o preço que cada um paga no seu meio e paguei o meu, foi caro e não recebi o

Troco e até hoje ainda não dei o troco; tenho muito o que aprender para ser homem e a tarefa

É difícil, senão quese imposível, tenho muito o que aprender a vivere desta vida não espero mais

Nada, a não ser morrer na hora certa; quando fiquei cego e impotente e sem bengala de apoiio

E sem cão de guia, só me restou o tato nas trevas, mas, deceparam as minhas mãos e perdi a 

Cabeça no cepo e agora é tarde, já é hora de dormir e não tenho sono e por isto não posso

Sonhar; não tenho o direito a sonhar, pois nada em minha vida, desde o dia em que nasci, nunca

Foi do jeito  que quis, querer par mim, nunca foi poder e nos meus arranjos, sempre saí arranhado

E nas minhas decorações, sempre saí descorado e nas façanhas, derrotado; e não chega, é papel

De bufão, é comigo, é papel de bêbado, é comigo, é papel de bandido e de vilão, é comigo, na

Verdade e na realidade; bandido, marginal, maldito, sem talento e sem alento, sofro com falta de

Consolo, carinho e ternura, e, teimo que tenho muitas coisas para dizer e de minha boca não sai

Uma palavra; de minha cabeça, não sai um pensamento e nem de minha mente, uma ideia ou um

Ideal, que legal, olha só, um peixe a se debater fora d'água, uma mulher grávida e com a barriga

Dilacerada e o feto exposto na calçada; é poesia concreta pura, um crânio estourado por bala de

Fuzil e a massa encefálica misturada com o lixo da rua, é arte moderna pura, é obra-prima da

Sociedade interessante, católica, burguesa e elitizada; crianças exploradas, mulheres maltratadas,

Homens sem cidadania e tudo forma o povo sem soberania; está difícil hoje a sobrevivência, o

Aqeucimento global nos exterminará e com a poluição total e a devastação geral da natureza, nada

Mais herdaremos no nosso futuro; quero parar para pensar, quero aprender a pensar para me

Conscientizar, sair desta inconsciência ou desta subconsciência e gritar para ser ouvido, para levar

Alguma mensagem de sakvação do planeta; retornar âs árvores, às matas, aos peixes, aos rios,

Oceanos, lagos, lagoas e mares,o ar à atmosfera, retornar o zauldo céu do firmamento e a luz do

Sol à nossa pele, sem nos causar danos; é hora de retornar os animais à fauna e as plantas  e

Flores à flora, enquanto é tempo ou nosso futuro será de cinzas, enxofre, negro, e triste, tal qual

As trevas que nos afoga; fumaça infinita, abismo, buraco negro já prestes a nos tragar, é hora de

Acordar, ouvir o galo cantar outra vez, ouir os pássaros nas árvores e enxergar a borboleta nas

Flores, as crianças nos jardins e as experiências dos amores e quando a noite chegar, olhar para

O céu e ver as estrelas, namorar no portão de casa e dormir sossegado sem medo de acordar;

Ainda existe um lugar, ainda há uma esperança, penso que nem tudo está perdido e nem todo 

Dormem indiferentes, alguém em algum lugar está a resistir, alguém está a pensar em alguma 

Coisa para falar ao mundo, alruém está a tentar a levantar a humanidade para que ela consiga 

Evitar a destruição dela; alguém está a morre por nós, pelas florestas, pelas focas, pelo planeta,

Canções estão cantadas, manifestos lançados, há uma propagação de que alguma coisa deve ser

Feita e é por todos os seres humanos que compçoem a raça humana; Green Oeace, WWF, Peta,

MPA, demais entidades mobilizadas com a responsabilidade de proteger a ecologia e a nos proteger,

Um não vive sem o outro: é simples, acabou o milho, acabou a pipoca, acabou a natureza, acabou a 

Vida, acabou a água, vai beber o quê? mijo; o alarme está lançado, já soou o alarme e disparou a

Campainha, só não escuta, quem não quer e só não ouve, quem é surdo, nós memos podemos curar

As nossas doenças naturalmente e levar uma vida saudável, agradável efeliz; nossas doenças somos

Nós memos quem criamos com o conjunto de nossa estupidez, ignorância e imprudência; não podemos

Em nome da Ciência, em nome do Progresso, exterminar um Lar tão acolhedor, um Útero tão especial

Para nós, como a nossa amada Terra, morada da Vida: era só isto qe queria dizer e não conseguia. 



Escrito por Ivanovitch Medina às 18h01
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   Gostaria de escrever a verdade; BH, 0130202007.

 

Publicado: BH, 050802014.

 

Gostaria de escrever a verdade, propagar a verdade e falar a verdade

Para todas as pessoas, mas, como não a conheço, tenho que fingir e 

Finjo e mento do início ao fim; a falsidade mora em mim e não sou 

Digno de crédito e nem de confiança; gostaria muito de saber o que

Escrever e dar algum aprazer a quem lê, é um desejo que carrego

Dentro do peito, bem escondido, talvez por não conhecer ainda, a 

Técnica do bom escritor; e também por não ter o leito da mensagem,

O seio daquilo que gostaria de entregar para o leitor digerir, como um 

Fazedor de gols faz numa partida de futebol; mas, inda não encontrei 

O caminho, não sei que rumo tomar e não conheço as direções da 

Minha rosa-dos-ventos; e não tenho o cérebro privilegiado como a 

Maioria das pessoas, na determinação, ânimo e disposição, e são 

Coisas das quais, infelizmente, nasci desprovido delas; fica comigo só

A vontade que nunca passa de vontade, não vai à ação e a verdade

Não entra em campo no meu coração e é até ironia, querer passar

Alguma coisa às pessoas, sem ter a experiência, sem ter para mim

Mesmo uma resposta também; pois, sou um eterno procurador, estou

Também em busca dos meus remédios, quero acreditar e por fim à 

Vida de erros; quero ser feliz, realizado e apto para viver, quero 

Facilitar as coisas para o pardalzinho ladrão, que entra pela janela da

Minha cozinha, para roubar migalhinhas de comida; deixei a janela

Aberta e coloquei miolinhos de pão no vidro da veneziana, e aí, ele

Não apareceu mais; penso que muita facilidade faz desconfiar até os

Passarinhos, a vida tem que ser mesmo é difícil e dura, quanto mais

Árdua a luta, mais valorizada, fica; pelo amor de Deus, preciso evoluir,

Exixtir e ter consciência, a cada dia que passa, fico mais estúpido,

Insano, impotente e senil; a cada dia que passa, aumenta cada vez

Mais minha estupidez; e isso vai me afastar das pessoas, fico relapso e

Ridículo, bêbado, embriafado, vivo como um drogado sem consciência e

Não encontro satisfação; não fico satisfeito com o sol, com o céu azul

Ou com a lua e as estrelas e quero cada vez mais me encher do vazio,

Do fútil e do unútil e não me evergonho; deveria ser e dar exemplo e

No entanto, sou e dou decepção e todos logo ficam com o saco cheio de

Mim; não me dão atenção e fazem de tudo para que perceba que estou

A ser inconveniente, desastrado e indesejado: só eu não percebo; quero

Começar tudo de novo, recomeçar vida nova e não sei por onde, ainda

Não sei a quem pedir ajuda, luz ou discernimento; inda não sei a quem

Recorrer e não quero imaginar que seja o último na face da tera,

Eternamente, não quero crer, que para sempre, o nunca será o meu

Caminho; o caminho que não leva e o caminho que não traz, e para

Um perdido, para um maldito, qualquer caminho satisfaz, e

Geralmente, são caminhos sem volta; são caminhos das veredas da

Morte, dos pecados e dos depósitos de trevas, alguém tirará de mim

Algum motivo de útil? alguém será resgatado com alguma ação de

Qualidade partida de mim? nem meu corpo desejam mais, nem meus

Beijos procuram mais, quanto mais meus braços, meus abraços, meus

Carinhos e os apertos da minhas mãos; não existe mais nada em mim

Qe possa existir em alguém, não existe mais nada em mim que possa

Gerar alguma felicidade a alguém; teimo, mas, a minha jornada não é

De esperança, tento, mas, a minha mensagem não é de fé, falo, mas,

A minha palavra não é de confiança; não é um marco, um porto, uma

Segurança, a voz é trêmula, falsa, soa sem timbre, morta e a ninguém

Importa o que tem a dizer, já que nada diz; então, é tempo perdido,

São palavras jogadas fora, são ideias não aproveitadas e pensamentos

Indefinidos, indigestos, e gostaria de algo que pudesse ser digerido por

Mim, ou por outrem, e nao sinto o eco; parece tudo vácuo, não sinto

Vibração, falta a reverberação, e até a respiração parece ficar suspensa

E o pulso parar de bater; o coração já não sente e também não sinto o

Coração, está dormente, letargia pura e aplicada, o sangue não sai mais

Em disparada e os espermas pararam no meio do caminho e não querem

Mais fecundar os óvulos, é o fim da fecundação; a ciência não dará mais

Jeito, desde o início começou com defeito e assim irá até o fim; meu Deus,

Quanto tempo já perdi e quanto tempo ainda terei que perder? meu Deus,

E quando as pessoas quiserem se amparar em mim? meu Deus, e quando

Buscarem em mim refúgio? o que terei para oferecer? o Senhor ainda é Deus,

E eu que nada sou, o que farei quando os cães ladrarem? o que farei, quando

As sombras passarem por mim, e o meu corpo ficar estendido na poeira?

 

Minha cabeça;

BH, 03050302007;

Publicado; BH, 050802014.

 

Minha cabeça está vazia, meu ser está vazio, eu estou vazio, oco e no vácuo,

Nada encontro dentro de mim; quando ando, procuro alguma coisa que não

Sei o que é, sou uma pessoa doente, insana e esquizofrênica; sou uma 

Paranoica, neurótica e estressada, não me sinto bem, nem quando estou 

Bem e sempre me sinto insatisfeito, mesmo na satisfação; não sei me saciar

E vivo sem conceito, sem dignidade e sem consciência; não conheci a evolução

Da espécie, pois, eu mesmo não evolui e ainda continuo com a mente na 

Idade da pedra lascada; meu pensamento é pré-hisórico e meu comportamento

É de homem da caverna, e um dia dormi e não acordei mais, um dia esperei 

Para nascer e não nasci mais; encruei no útero de minha mãe e até hoje não

Ressurgi da placenta, não rompi o cordão umbilical e nem me desmamei, quero

Preencher alguma coisa dentro de mim com alguma coisa, mas é infinita a vaga

E maior a usência de mim dentro de mim; penso que nada mais poderia me

Preencher se não me preencher e sair deste vazio que as trevas criaram dentro

De mim; antes que os montes nascessem e se formassem a terra e o mundo, eu

Já sofria de agônia, ansiedade e coma profundo; angústia, então, conheci desde

A primeira batida do meu coração e até hoje nunca tive paz e nem nunca terei e 

Compreendi que o meu destino é sofrer; chebuei à conclusão que a felicidade

Largou a minha mão e caí no abismo, precipitei-me ao precipício na ânsia de por

Fim ao meu suplício e estava só por começar; a definição de que tipo de espírito

Que é o meu, não se encontra em nenhum estudo, tese ou ensaio, sobre os

Tipos de espíritos; o meu espírito é um espírito único, rasteiro, seguidor da

Baixeza e jamais atingirá uma escala mais elevada, o meu espírito é torpe,

Nefasto, do tipo que não se encontra perdão e nem sossego; desconhece a

Lucidez, despreza a razão, nunca teve noção e envergonha a minha alma,

Quando a deixa à deriva e sem a esperança dum porto seguro; o meu

Espírito só contribue, para cada vez mais o mistério da sabedoria se distancie

Mais de mim; e sem titubear, enchi-me de estupidez e de mediocridade, sem

Ter mais o que fazer, bloqueia a minha inteligência, mata a mnha inspiração

E bane a criatividade; é um espírito preso, não conhece a liberdade, a poesia

E a imganação, e penso que quando morrer, o ue será deste espírito? pobre,

Simplório, nunca aprendeu com o tempo; nunca se universalizou, nunca saiu

Do lugar e toda cultura que tem, é a que está afogada dentro de mim,

Escondida e sombria, obscura e obtusa; não pertenço ao grupo de seres

Humanos, que tem autonomia; feliz o representante da raça humana que

Sabesuperar a ignorância, não encontro mais respaldo em nada; viver ou

Não viver, dá para mim a mesma coisa; não conheço perspectiva, não

Tenho alternativa, plano b ou projeto paralelo; se fizesse parte do crime

Organizado que se instalou na câmara dos deputados ou no senado, que é

A justiça, aí, seria respeitado; mas, não faço parte do mundo político, não

Vejo-me na pele de um porco, pária ou parasita; se um dia quisermos mudar

A história do Brasil, espero que seja no tapa, muito tapa na cara dessa classe;

Muito tapa na cara da burguesia e da elite, muito tapa na cara de todo sem-vergonha

Que envergonha a história do Brasil; espero que o povo um dia desperte, e ajude a

Dar tapas na cara de mão aberta, bem cheia, e com os cinco dedos bem estendidos;

Só tapas na cara e em praça púbica, são capazes de mudar a história do Brasil, e 

Veliz do homem que tem ânimo, determinação e força de vontade; feliz é o audacioso,

Que supera as limitações e transpõe os percalços e tem percepção e está disposto

Ao ato e ao efeito da faculdade de perceber, possuído de conhecimento por meio

Dos sentidos, de estímulos exteriores, que determinam sensações; feliz o que tem

Perceptibilidade, o tudo que é perceptível e concerne o todo perceptivo, e tudo

Para ele é mai fácil; já aquele vazio, vago, sem alma e sem espírito, onde nada

Reverbera, já aquele afogado na estupidez, pobre, mendigo de ideias, já aquele

Sem ideal, onde o belo não mora, a estética é imperfeita, a obra que deixará é o

Reboco mal feito das paredes internas da sepultura e nunca um barroco bem feito. 

 

Caixa preta indestrutível;

BH, 020202007;

Publicado: BH, 060802014.

 

Caixa preta indestrutível, crânio firme, cabeça inalterável, é assim que sinto este

Velho cérebro, indecifrável, totalmente incompreensível, pai duma indecisão 

Inexplicável, uma ininteligível hesitação, que causa-me perplexidade por tanta 

Irresolução; portador duma indestrutibilidade que, não permite que, nada entre

No seu interior, com aval de tamanha indelebilidade, protege-se contra luz e a

Claridade, a fechar-se na indissipabilidade onde o pensamento não sai, a ideia

È inarrancável, o ideal é muito arraigado, no lado mais obscuro, a vontade é

Inextirpável, ao não ter quem a coloque para fora ou a deixe entrar, e o poder e

A força, idem, indesenraizável; cérebro meu, meu desconhecido, quero estar

Acordado no dia em que acordares, gostaria de estar vivo, para quando ressuscitares,

Abra esta porta, abra esta caixa, desembrulha este embrulho em que estás 

Metido; clareia e deixa a luz do sol e o azul do céu entrarem, ilumina pelo 

Lado de dentro, exploda para derrubares as barreiras ou imploda para derrubares

As estruturas; vamos lá, cérebro, está na hora, guia-me e expulsa daí de dentro

O passado, o presente e o futuro, expulsa os complexos, e as doenças, a 

Fraqueza, a falta de força de vontade e a impotência; caso não queiras te

Abrir para os espíritos dos vivos, abra-te, então, para os espíritos dos mortos;

Têm bons espíritos de mortos a vaguerar por aí, e a querer contatos superiores;

Vide somente os bons espíritos, nada de espíritos maléficos, doentios e

Atrasados, não te fechas no medo e nem na covardia; não te entreguesà 

Estupidez e nem à ignorância, quanto mais detestável, quanto mais ruim, 

Quanto mais indesejável, mais infeliz serás; cérebro, cérebro, basta de zanga

Com a sabedoria, não tenhas mais aversão à inteligência, e para que 

Repulsão ao raciocínio? não aumentas mais a minha indignação, não percas

Teu poder de encadeamento de argumentos; aprenda a tirar conclusão,

Acelera a operação mental de equacionar um problema e resolvê-lo, e

Tenha cada vez mais dedução lógica de premissas; faça parte efetiva do

Conjunto do silogismo, com juízo, ponderação, observação, ação de pensar,

Refletir e recurso de argumentação apurada; posso não lucrar nada, mas,

Um cérebro arejado, oxigenado e bem hidratado, só pode causar prazer e  

Lucidez, só pode causar ufanismo, alegria e sentimento agradável; desejo,

Então, ter um cérebro assim, rápido no gatilho e sempre a sacar primeiro,

Aberto a tudo que for sadio para a mente, competente e eficiente na pulsação; 

Quero um cérebro racional, que faça uso dia e noite da razão, que não durma

Nunca e esteja sempre desperto na racionalidade e consciente elevado na 

Racionalidade; cresça e pareça, saia da caverna e quebra as algemas e os 

Grilhões, canta a liberdade, o amor à verdade, e abomina a mentira, com 

Coragem e fé ou do contrário, de nada adiantará a maneira que passará a 

Agir; o maior bem que Deus deu a um homem, foi um cérebro com as 

Condições a cima, o meu não é assim, gostaria que fosse, clamo para que

Um dia seja e eu possa agradecer a Deus, por cerábro tão iluminado, 

Visionário e cheio de criatividade; tem gente que não liga, não faz o cérebro

Vibrar e nem o agita para nada, não sou assim, comigo tem que ser diferente,

Não importa se a cabeça começa a doer, ele mesmo é que tem que ter o

Antídoto e o remédio; ele é que tem que ser a casa da lucidez, do equilíbrio

E da sensatez, e ainda tem que ter a moderação, não posso esquecer

Moderação em tudo que faça o cérebro envelhecer; é lá que se encontra o

Elixir da juventude, o antro da jovialidade e do compromisso coma mocidade;

Quero só ver se amanhã vou me esquecer destas regras para manter o

Cérebro sempre em estado de sublimação; quero-o sempre em estado

Sublimado e portador de pensamentos sublimes; não posso, amanhã, agir

Diferente, ele me cntrolará, não me deixará em estado vulgar, normal, sempre

Excessivo em excesso em qualquer situação; amanhã, quando deixar de

Sonhar, me ajudará a transformar o sonho em desejo de realidade com

Início e meio e fim; depois de curado da fotofobia, vitaminado, e vitimado as

Trevas cerebrais, estará pronto para lutar melhor pela vida, a defender a

Sobrevivência, ao entender e ao não ter medo da morte; nem de fantasmas,

E nem de cara feia, medo de mais nada, pois será tanta a energia capaz de

Destruir o medo, que será abolido; e assim, por benefício, será sacrificado e

Oferecido a Deus, será a oferta feita a Deus, como se fazia antigamente, com o

Cordeiro ou outras oferendas, desde o tempo de Abel.

 

ãj 



Escrito por Ivanovitch Medina às 17h33
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   Meu pensamento; BH, 030060006.

Publicado: BH, 0280702014.

 

Meu pensamento ainda é feudal, vivo com o espírito no feudalismo, a alma 

No regime medieval, em que o poder real era dividido entre nobres, a 

Tomar por base, o poderio territotial; e sou tão atrasado, que até a minha

Mente também é feudalista, sectária, feudatária, e em tudo pago o feudo,

Sem ter propriedade, sem ser nobre e só por ser vassalo; de nobre, só

Sei que tenho que prestar obediência ao rei, ao suserano, bem como a 

Assistência bélica e financeira; tudo porque tenho o cérebro de fêvera, e 

Tenho o cerebelo de fevra, de filamento vegetal, veio mineral, e não penso,

Por causa da fibra de esgoto a céu aberto, das fezes, do sedimento, do 

Líquido e da borra e materiais fecais e escória metálica de que é feita a

Fiação, o ato, o efeito, o modo, a operação, o fiar, o lugar onde se fia o

Ânimo, a vontade, o desejo dentro do tubo; um fiacre no apagão da 

Tempestade, um carro de praça pequeno, que o vento sacode na procela,

Nenhuma fiada me acode; a carreira horizontal de tijolos e pedras em que

Me construí, ruiu, e sou o último da fila e só apanho de enfiada do destino, 

Sem saber o que fazer, fiz o que não deveria ter feito e não fiz o que era 

Para fazer e ser feito; o funcho, a planta medicinal da família das Umbelíferas,

Não cura este desvio ético conhecido por aqui e não sei se é desconhecido

Do funchalense, de Funchal (Ilha da Madeira), o natural e ou o habitante de

Lugar onde cresceu funchos; quem dera, que a minha função fosse o exercício

De órgão e de aparelho, quem dera, que a minha vida, fosse prática, com uso,

Com cargo, espetáculo e solenidade; se tivesse a correspondência entre os

Domínios de duas variáveis e ou a reunião de substâncias caracterizadas, por

Terem certo número de propriedades comuns, meu espírito não dança, minha

Alma bate-pé de pirraça; e meu ser não sabe sapateado e minha sabedoria é

De funçanista, de pessoa que é dada a faunçanatas e minha inteligência é de

Funçanada; sei que sou mesmo é de patuscada, de pândega e divertimento, um

Bicho que sá sabe a funçanata do do funâmbulo, do artista de circo, que anda na

Corda bamba, no funambulismo do aramista; e não escondo a arte do que sabe

Equilibrar-se numa corda ou num arame, e, nem tenho o teor funambulesco, e,

Nem nada não relacionado com oequilibrista, nem o emocional; chamam-me de

Orgulhoso, tacham-me de vaidoso, e, sou só cheio de fumo, um ser fumacento, e

De clima fumoso, e clíma que não causa fumosidade; do meu membro não sai o

Vapor pardacento-azulado como o que se eleva dos corpos em combustão ou

Muito aquecidos; dos meus olhos não saem fumaça, pois, sou um tição apagado,

A faixa de crepe de pano preto é o sinal de luto da minha mente de tabaco usado;

Só não morrem em mim a vaidade e o orgulho e a soberba e a jactância ou a

Vanglória, e causo só vergonha  e mal estar como um fumívoro, que aspira fumo, o

Aparelho que absorve o fumo dos bicos de gás; só sei causar mal estar como o tal

fumívomo, o que lança fumo, o fumante, o fumegante mesmo, e, se por acaso

Tivesse a utilidade do fumigatório, do que serve para fumigar, como o da fumigação,

O desinfetar que seria bem-vindo, e o defumar também, tal qual a desinfetação pelo

Fumífugo, e, o aparelho que colocado na chaminé, evita a difusão do fumo no interior

Das casas, como um exaustor; BH, 0901002006: pacto para a reeleição, no 2º turno

De Luis Inácio Lula da Silva, que entre si fazem, Deus Todo Poderoso, Divino Espírito

Santo, Jesus Cristo, demais Santos e Anjos que habitam a Morada Celestial e Ivanovitch

Medina Santos, no intuito de adquirir a confiança e a segurança, para que seja impedida

A eleição do projeto do PSDB, Partido da Social Democracia Brasileira, na figura do

Representado Geraldo Alckmin; pelo que, neste pacto, sejam levados em considerações,

O lado dos mais pobres, dos que vivem na área da miséria e da pobreza e da desgraça e

Que também, seja considerado, o tempo de oito anos que o PSDB já estve no poder e

Tanto mal causou ao país, representado na figura do famigerado ateu, inimigo do povo, e

Agressivo neoliberal FHC, vulgo Fernando Henrique Cardoso, pessoa nefasta, e de triste

Memória na lembrança, e na recordação do povo trabalhador brasileiro; é por isto, que

Neste pacto, peço e conclamo ao Deus Todo Poderoso, que faça que, de todas as meneiras

Possíveis e impossíveis, não seja eleito o candidato do PSDB, e que eu receba uma

Confirmação, com garantia e confiança, de que o povo não escolherá o devido candidato;

Que o PSDB, já foi contemplado com os governos de Minas Gerais, na pessoa de Aécio Neves,

E de São Paulo, na pessoa de José Serra; com fé e esperança, concluo este pacto, a pedir a

Deus Todo Poderoso, para fazer com que, o presidente Luis Inácio Lula da Silva, seja reeleito

E que faça banir, de uma vez por todas, a corrupção do seio da nação, em nome de Jesus, amém.

 

Deus está afastado de mim;

BH, 050130302007;

Publicado: BH, 0280702014.

 

Deus está afastado de mim e estou afastado de Deus, é por isto que Deus não me dá

Inspiração, imaginação e criatividade, Deus está afastado de mim e estou afastado de

Deus; é por isto que Deus não me mostra o mistério da sabedoria e nem a chave da

Inteligência, e, é por isto que penso que depois que Deus viu a merda que fez, se

Retirou do nosso meio, e, nos deixou ao desprezo; podem construir milhares de

Igrejas, podem criar mais milhares de religiões, podem inventar e arranjar mais

Milhares e milhares de santos e santas, e, todos os tipos de bobagens mais, que

Aqui, Deus nunca mais retornará com o seu espírito; só pode ser isso o que tem

Acontecido, Deus viu que a criação não deu certo e perdeu a paciência, deixou cada

Um com o seu destino, livre arbítrio e estupidez; e é só o que todo mundo tem de

Sobra, ao ser santo ou não, é estupidez, e ignorância e intolerância e imprudência,

E até Deus viu que não tinha mais jeito e abandonou o mundo todo com seu defeito;

E não adiantam culto, cânticos, orações, rezas, ou ações de graças, não adiantam

Missas, eucarístias, sacristias, e outras tias mais, Deus deixou o bicho pegar no pé da

Gente e podemos espernear; podemos reclamar, gritar e chorar, Deus não quer mais

Saber da obra defeituosa que fez, e, aqui com a gente, então, o sistema é mais

Errado ainda, e faliu mais de cem vezes e continua falido, a começar pelo sistema da

Igreja Católica, que na colonização, dizimou os nossos índios, com dogmas e tabus

Religiosos; e o sistema político, vem da formação da herança que tivemos com os

Desterrados e os que vinham cumprir penas aqui, por crimes cometidos nas cortes;

O sistema da sociedade, com a ganância da burguesia e a fome da elite, que nunca

Gostaram de dividir nada com o povo, por egoísmo e gula de cinheiro e poder, e

Também é um sistema podre e desmoronado; só restou a Filosofia, a saída seria

Implantar a Filosofia desde o berço, nas escolas primárias e nos seios familiares, é

A Filosofia que trará o mundo de volta à realidade, e, talvez até trará Deus de volta

Ao nosso meio; a Filosofia ainda não faliu, ainda não foi aplicada no mundo, com a

Mesma ênfase que foi a religião, e penso que o sistema filosófico terá plenitude

Inusitada no meio da humanidade; e o que a raça humana tanto procura e anseia

Depois da retirada da estratégica de Deus, poderá ser encontrado na Filosofia;

Deus se afastou talvez, até para que possamos encontrar nós mesmos os nossos

Caminhos, já que fugimos do amor de Deus, e ainda matamos o filho que Deus

Mandou para nos salvar; não há pai que aguente mundo igual ao da gente, e a

Sociedade só terá evolução com a Filosofia, é a Filosofia que nos abrirá para a

Ciência e que nos fará encontrar om a religiosidade maior, que é a divina, e a

Emanada diretamente de Deus, sem a presença da igreja atravessadora, que

Age igual ao atravessador, que compra um prouto barato na mão do produtor e

O repassa para a sociedade, com o preço dez vezes mais caro; é asim que também

Age a igreja, que nos vende a salvação, que Deus nos deixou gratuitamente, e

Quem realmente quer ir ao encontro de Deus, não precisa de pastores e nem de

Padres, e muito menos de papas, que são os pecadores maiores do que os que

Chamam de pecadores; só quem não conhece a História, quem não estuda e nem

Lê, é que deixa seu destino ser influenciado por normas de igrejas; sou muito mais

A Filosofia, que é mais abrangente e mais culta, sou muito mais a Filosofia, que é

Mais antiga do que a religião e que realmente pode nos levar ao encontro da

Ciência e aos braços de Deus; sou muito mais a Filosofia, pelo fim dos dogmas e

Tabus religiosos, pelo fim das religiões, e do extremismo, pelo fim da inconsciência

E da estupidez; pelo fim da ignorância e pela conscientização coletiva de busca e

Encontro da sabedoria, pela Ciência, pela verdade e pelo amor, respeito e

Compreensão; pela lierdade, fé só em Deus e que Deus tenha paciência conosco

E que nós tenhamos paciência com Deus, e que eu nunca mais torne a pensar,

Que não estou no coração de Deus, e que Deus não esteja no meu coração, amém.  

 

Deixa ver se capto;

BH, 0110130202007; 

Publicado: BH, 01º0802014.

 

Deixa ver se capto um pensamento do mais longínquo possível,

Deixa ver se capto uma vibração dalgum espírito oculto;

Se depender só de mim, não registrarei pensamento nenhum, e,

Então, recorro aos espíritos que vagam sem sepulturas;

E às almas que por ventura querem continuar na aventura por aqui,

Neste mundo, se por algum motivo, não foram aceitas do lado de lá,

E teimam em permancer a zanzar em volta das catacumbas;

Deixa ver se consigo preencher as lacunas em branco dentro de mim,

Se levar a sério, posso ocupar o espaço oco, o vácuo cerebral, mas,

Não habitam em mim espíritos geniais; os seres que sou, só não

Queremos contato, com almas do tipo das que arrastaram um menino

De seis anos, pelas ruas do Rio de Janeiro, preso num cinto de segurança,

Do lado de fora dum carro; essas almas têm de voltar logo para o lugar de

Onde vieram, o inferno; não tive infância, pois, sempre fui uma criança

Estúpida, não tive adolescência e juventude, porque, também, a estupidez

Não deixou; e agora, na fase adulta, na maturidade, continuo, ainda, afogado

Na estupidez, e, na ignorância; quisera poder gritar obrigado aos céus e à

Terra e ao universo, ou até mesmo a Deus, mas, não posso gritar obrigado,

Não tenho nehuma qualidade ou utilidade para agradecer a alguém; nada fiz

De belo, não construi castelos, não edifiquei pontes, não fiz nada paralelo, nem

Pirâmides ou monumentos que se tornaram maravilhas do mundo; qual descoberta

É creditada a mim? qual abra-prima é assinada por mim? qual o trabalho leva o

Meu nome? só o trabalho que dei aos meus pais, professores, amigos, patrôes,

Família e donos de bares e botecos onde tomei os meus porres; qual a imagem

Boa, nítida, de alta definição e digitalizada que deixei de mim? qual a mulher que

Já se emolgou ou teve prazer em meus braços? vejo aqui em minha frente um

Time a tocar, entre eles, Eric Clapton e Billy Preston: perfeitos, felizes, sem falhas,

Sem erros, o mais completo antagonismo daquilo que sou; o maior contraste com

A minha personalidade e caráter, nunca fiz ninguém e nem alguém rirem de

Felicidade; porém, todos já gargalharam da minha cara de imbecil, cara de bufão e

De bobo da corte, verdadeiro tartufo da realidade; ai, aí, ai de mim, fico desesperado,

Vivo desesperado, pai e filho da angústia, casado com a ansiedade; e longede 

Encontrar contentamento, longe dos aplausos e dos bravos e uras; minha alma, rios

E rios de lágrimas, meu coração, geleiras séculares e trevas eternais, meu espírito,

Longe de um sersaudável, não encontra refúgio, nem no sol e nem na lua e as 

Estrelas não enfeitam minhas noites e na natureza nada mais me alagra; não faz

Mais sentido para mim a flora e a fauna, cinzas e cinzas e cinzas, sou um tronco 

Distorcido, enegrecido pela queimada e a biodiversidade que me compunha virou

Fumaça, e nem sei onde os passarinhos construirão os seus ninhos; sem galhos e

Sem sombras, não sei mais onde se abrigarão as crianças, e as mulheres, quem

Protegerá as mulheres? as bombas cairão de repente, suaves iguais as neves

Que caem no rigoroso inverno; estou preocupado, tento ficar a pensar em encontrar

Uma solução e não encontro razão, tento ficar a pensar em encontrar uma resolução

E não encontro noção; preciso de perdão, se algué me entender, com certeza me

Perdoará, se alguém me compreender, buscará me desejar boa sorte na vida e ne

Morte e se algum dia eu nascer de novo, quem sabe não encontrarei outro norte?

Billy Preston, Andy Fairweather Low, Steve Gadd, Nathan East, David Sancious,

Eric Clapton, são esses que são os caras donos da bola, a boa música que sabem

Fazer e nos legar; somewhere over the rainbow, way up hight, there's a land, that

I heard of, once in a lullaby, somewhere over the rainbow, skies are blue, and the 

Dreams, that you dare to dreams really do come true; some day I'll wish upon a star,

And wake up were the clouds, are fair behind me, where trouble melt like, lemon 

Drops, way across the chimney tops, that's where, you'll find me; somewhere over

The rainbow, blue birds fly, birds fly over the rainbow, why then, oh, why, can't I?

Some day I'll wish upon a star, and wake up where the clouds, are far behind me,

Where troubles melt like lemon drops, way across the chimney tops; thats where

You'll find me, somewhere over the rainbow, blue birds fly, bird fly, over the rainbow,

Why then, oh, why can't if happy little bluebirds fly, Beyond the rainbow, why, oh,

Why, why can't I.



Escrito por Ivanovitch Medina às 23h17
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   A minha vontade; BH, 070802006.

A minha vontade não é fumiflamante, não sinto arder meu ânimo, e nem 

Tenho a disposição, como a que lança fumo; gostaria até de ter o ser

Fúmido, em brasa, o espírito fumífero, aceso, e o eu fumífico, a queimar

De ufanismo; mas que nada, nem a cultura da fumicultura, do fumo ou

Tabaco, tenho para apresentar, mas, para por aí, não sou fumicultor, e

Pelo contrário, sou só aquele que cultiva a paz e o amor, e anda em

Busca da felicidade; e penso que ficarei bomsó com o tempo, como o

Que é pendurado na trave, no pau sobre o fogão, onde se colocam

Carnes, toucinhos para defumar; só com o tempo é que serei útil,

Apesar de ser antigo tal qual o fumeiro, que já foi uma história; e

Gostaria de sentir de verdade o meu cérebro fumegar, minha 

Inspiração lançar fumo e a criatividade atear-se; tomara que a 

Minha cabeça um dia, se transforme num vulcão fumegante a arder

De paixão e a queimar de ideias; mas, não sinto mais em mim o

Fumear da vida, não sinto em mim o que pode ser fumável e bem, e

O fumatório da época não deixou restar nada mais em mim; foi-se a

Ilusão na fumarola, a que não é a da emissão de gases produzida

Nos vulcões, e não fico desperto com a fumária, a planta medicinal

Da família das Papaveráceas; e quando fico fumarento, igual ao que

Deita fumarada, não é nada que quero difundir, não é a ciência que

Quero expelir; é o fumarar da decepção, a fumaraça do erro, da

Vergonha e da enganação, da falta do entusiasmo que nunca tive, o

Ânimo que sempre me faltou nas maiores agruras; a fiadeira nunca pode

Perder o fio da meada, a tecelã não pode errar a mão e a fiandeira, então,

Tem que ser a artista, que vai do fiadilho, que faz o cadarço, à parte que

Não se fia dos casulos de seda; quando fui tecido, alguma coisa faltou e

Nenhum segredo nunca me foi confiado, e, baseado em fatos reais, até

Hoje, evito comprar fiado, por falta de fiador, pois como mau pagador,

Nunca encontrei abonador e outro garantidor qualquer, evitou enfiar a

Colher ou ser o responsável pelo pagamento de letra, canção, vale,

Duplicata e aluguel que já deixei por esta vida à fora; estúpido, tudo

Culpa de tua estupidez, que continua a mesma, ainda hoje, no dia 12

De janeiro de 2007 e adentrado à terceira idade, nos teus 53 anos, a

Parecer ainda, mais estúpido do que antigamente; sei muito bem disto,

Estúpido e vil, tão vil e estúpido, que quando ando nas estradas, meus

Passos não deixam rastos; meu corpo não deixa sombra, sou réptil, de

Tão grande vileza, que não deixo marcas no pó e nem deixo pegadas na

Poeira das estradas por onde andei; estúpido, vezes preciso me chamar de

Estúpido, gritar bem alto ao meu ouvido, estúpido, para ver quando acordarei

Da minha estupidez; só me causo estupor, vivo no estado mórbido do doente

Que, imóvel, não reage a estímulos externos, nem a perguntas, tudo pela tudo

Pela estupidez que me causa esta paralisia repentina, da qual não sei sair, por 

Ser pessoa de más qualidades e muito feia; não tenho um sonho e nem ambição,

Sou o braço direito de Onan e trago a libido só na palma da mão; corpos já não

Atraem-me, beijos há séculos que não sei o que são, carinho, amor, sexo, em

Suma já perdi a tesão; o que penso engraçado é que tem gente que diz que não 

Escrevi com o coração, não consigo entender isso, pois, além de escrever com o

Coração, gostaria de escrever com o sangue que pulsa dentro dele; e assim,

Aprender a liberar e a dar liberdade, toda e total à poesia que pulsa dentro do

Ser, sem sossego e com desassossego; com arte, com obras-primas, com 

Literatura, com cultura, e um dia quem sabe, quem me dera, deixar alguma 

Referência na língua, mesmo para quando ela já estiver morta; como um 

Fenomenal guitarrista, que sabe o que faz com uma guitarra nas mãos e o 

Excepcional jogador que sabe o que faz com a bola nos pés, quero saber o 

Que fazer com as letras, as palavras, e os verbosi; com o tempo e o pensamento

E as ideias, com a vida e a alma e o espírito, e com o ser e a voz e o olhar, ai, 

Quem me dera saber e compreender e entender; ai, quem me dera, espaço, 

Universo, aquém, além, paralelas, música, música, música, estou a morrer, é o

Fim, música, estou triste, é o fim, olhei para atrás, não me transformei numa

Numa estátua de sal, mas também não deixei nada, nem marcas nos caminhos,

Só a treva fria da qual foi a minha vida.

 

Não nego;

BH, 0120102007;

Publicado: BH, 0250702014.

 

Não nego, sou a reencarnação de Fernando Pessoa, ou psicografo obras de

Fernando Pessoa, e de todos os seus heterônimos, ou então fui influenciado

Por Fernando Pessoa; mas, Papai Noel é o que não sou, e não posso me

0fender, quando um bando de imbecis, passa por mim aos gritos: Papai Noel

Filho da puta; e penso que, quem procura, acha, e deveriam e mereciam uma

Reação minha, que sem reagir já sou ridículo e estúpido, imagina ao reagir,

Então, serei estúpido e ridículo ao dobro; não nego, trago fantasmas, ectoplasmas,

Fluídos de Fernando Pessoa, sopros, luzes, brilhos de olhos, pestanas, sobrancelhas,

Pessoanas; estúpido, estúpido, estúpido, quantas vezes preciso me chamar de 

Estúpido para me conscientizar da mnha estupidez? não estudo, não leio, não 

Escrevo, não penso, não raciocino, não tenho nada que tenha qualidade dentro de 

MIm; sofro de dor, sofro de pena, sofro de doenças universais, mentais, fáisicas, e

Espirituais, necessito de cuidados especiais, pois, sou fraco, frágil, flácido; sou

Feito só de água e gordura, falta-me nervos e ossos e músculos, falta-me carne e

Fibras e couro: só pele e raros pelos; e ainda ânimo e atrevimento e audácia, meus

Sonhos que são pesadelos de noites de enforcados; ânsia, ansiedade, angústia,

Vazio de oco no organismo e vácuo no intestino, frieza e calafrios na barriga, é a

Insegurança, falta de confiança; não tenho nada a me agarrar na hora da queda, caio

Seco no caos e o que me acudirá? não tenho dignidade e nem cidadania e muito

Menos soberania, tal qual tem a classe política e a burquesia e a elite: têm dinheiro

Para comprar, consumir e existir; quero existir, tenho que existir, preciso existir, e

Quem diz que existo? existo nada e sou mais incógnito do que um inseto, passo

Mais despercebido do que uma barata; vivo mais (vivo?) retirado do que um ermitão

Recoilhido só e sozinho; caramujo, peixe-boi, animal mais raro do que eu, só eu

Mesmo ao tentar existir; existir, existir, existir, porém, a poeira, o pó, presistem, e

Vejo-me um deserto, um amontoado de dunas, um depósito de areias, um terreno

Imenso de desertos, de plantas inabitáveis, e de estrelas desaparecidas; vivo, (vivo?)

Distante da luz, invejo quem já anda na luz, invejo o que já está do lado da luz,

Invejo quem disse: "haja luz;" em mim isso nunca aconteceu, em mim a luz não

Existiu, não existe e nunca existirá; perdi a noção de ficar indignado comigo mesmo

E com os outros, sou a coisa mais ridícula do mundo, quando tento ficar ou fingir de

Indignado, todos riem de mim, pois, ninguém me leva a sério e nem fiz por onde;

Nunca quis crescer, me preocupei com coisas inúteis, deixei de lado a ética e a lógica

E o desenvolvimento; deixei de lado a beleza, a filosofia e a metafísica; deixei de lado

A escrita, a língua, a leitura  o saber, deixei de tudo e parti para a ignorância, a

Estupidez apoderou-se do meu ser, tomou conta do meu eu, e o que restou de mim,

foram trevas que esconderam minhas sombra e tornei-me, então, aquele homem sem

Sombras; e que não deixa vestígio por onde passa, nem no passado e nem no presente

E nem no futuro, pois, homem sem alma, ausente, só choro só de chororô dum choro de

Lágrimas tristes; coração partido por não ser repartido com ninguém, ser que amor não

Tem, não fala a língua dos anjos e nem fla a língua dos homens, e já deixou de ser nada

Há muito tempo e passou a não existir, por que o nada ainda é alguma coisa e eu sem

Amor, nem alguma coisa sou; não dou-me e nem doo-me a alguém, meu vai e vem é

Infrutífero e minhas raízes envergonha-me, pois, são apodrecidas, esquecidas e abandonadas

Por mim; aonde ando eu? não perguntei qual o caminho, o vento não me trouxe a resposta, a

Natureza não me indicou o lado certo e às margens do rio afoguei-me no lugar mais raso; o

Peixe não me ensinou a nadar, a borboleta não quis saber de me ensinar a voar, pelo menos

Por alguns momentos de felicidade, mas, que valessem uma vida.

 

Tudo aconteceu por culpa minha;

BH, 0180190102007;

Publicado: BH, 0260702014.

 

Tudo aconteceu por culpa minha, imprudência, imperícia e estupidez, não culpo

A mais ninguém, por mim e o meu projeto pessoal, não termos dado bem na

Vida; nada do que fiz ou tudo que fiz algum dia, deu certo em minha vida, e,

Hoje, não tenho competência para ir atrás do tempo perdido, nem toda a

Magia, negra ou não, nem todo o ocultismo e demais ciências podem me

Ajudar; não tenho nada de belo para apresentar, assassinaram-me quando

Nasci, mataram-me a percepção, a sensibilidade e não deixaram vestígio de

Inteligência registrado no meu cérebro; de quem é a culpa? a culpa é minha?

Claro que a culpa é minha, nunca soube reagir, nunca procurei ânimo e

Ousadia, nunca tentei sair do buraco, dar a volta por cima ou pelo menos

Demonstrar opinião e coragem; nunca compus uma canção, nunca escrevi

Um soneto ou um poema, a poesia nunca morou dentro do meu coração;

Completamente perdido, já desiludido e desenganado, sem esperança,

E firmeza e fé, nada mais me deixa de pé; meu foguete perdeu a potência

E o meu voo é mais raso do que o do 14 Bis e invejo todo ser bem mais

Sucedido do que eu: invejo a formiga, o besouro, a aranha, o peixe, a

Borboleta, o pássaro; invejo o calango, a taruira, a joaninha e invejo o

Beija-flor, o urubu e invejo tudo e qualquer ser superior a mim; invejo o

Capim, a relva, a erva e o jardim, invejo qualquer sepultura, campa e

Lápide abandonada em cemitério abandonado; invejo o sereno, o

Orvalho  e a brisa, invejo, invejo, invejo, a mariposa, a luz do sol, a luz da

Lua, o graveto, o risco no chão, o chão, o quintal, o pó, o cisco, a poeira e

O metal; invjo a água, o fogo, a terra, o ar, e todo elemento que tenha

Poder, invejo a força de gravidade, o som e a energia, a pressão

Atmosférica, o vácuo, o caos, o aquém, o além e o universo; invejo o céu

Azul, o firmamento, as nuvens, tempestades, procelas, abismos e

Precipícios; invejo a rocha, a pedra e a areia, a palha, a fruta, o fruto, o

Sumo e o suco: não tenho capacidade, não tenho qualidade, então,

Tenho que ter inveja de quem as têm; invejo o amor e a paz, a dor e o

Sofrimento, a vida e a morte, o arco-íres e as suas cores, as chapadas

E os morros, as montanhas e os picos, a neve, a natureza bela que não

Está dentro de mm; vulcão em erupção, lava de vulcão, aqueçam esta

Alma fria, desprovida de luz e que paira na escuridão da treva concreta

No fundo da minha retina; não quero ser falso, não quero ser fraco, não

Quero ser mentiroso, quero existiri de verdade e na verdade, sem

Decepcionar pelo menos a humanidade, que não espera nada de mim;

E sabem aquele ser mais moderno do que eu, na moda, na atualidade

E na realidade, o Pithecanthropus Erectus, o Homo de Neanderthal, o

Cro-Magnon e Sapiens, invejo também; pois, ser mais antigo do que eu,

Atrasado, ultrapassado, antiquado e fora de moda e de utilidade, do que

Eu, não existe, por isto invejo até Luzia, a única mulher capaz de me

Seduzir; invejo os sacórfagos e as múmias, os fantasmas e os espíritos,

Eles existem, eu não, invejo as moléculas e os átomos e todas as demais

Partículas, todas elas são mais importantes do que eu, pelo menos já são

Causas de estudos e eu não; nada faço e sei que nada farei, sou só um

Mar de dúvidas, um seio vazio de força de vontade, um antro de insegurança,

Titubeio, vacilo; sinto horror, sinto-me como se estivesse eternamente, numa

Corda bamba, até quando, não sei, tento aoinda pensar numa saída e entro

Em pânico, justamente, por saber que não existe saída para a minha vida; é só

Frustração e decepção, adversidade à toda hora, de dia e de noite e nunca

Superei nenhum defeito, falha ou erro que me abominam; nunca superei a dor,

A aflição e o sofrimento, sempre foram o meu pão de cada dia, antes roía osso,

Mastigava nervos, chupava pregos, dava murros em pontas de facas, chutava

Paralelepípedos, lambia sabão; hoje, sou bêbado estúpido e cada vez mais

Bêbado, tão bêbado, que qualquer atitude é só depois do copo cheio, encho a

Cara e aí, me transformo em gente; depois de passado o efeito do álcool, do

Bêbado estúpido, passo só a ser estúpido, e a culpa de tudo que aconteceu de 

Quem é? é só da minha estupidez infinita; e a culpa de quem é? minha, só

Minha e de mais ninguém. 



Escrito por Ivanovitch Medina às 13h59
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